A delegada da Mulher de Açailândia, presa por extorsão a poucos dias, pode não ter passado em concurso. Durante mais de dez anos vem ocupando o cargo por força de uma liminar. O processo tramita na justiça, desde 14 de Abril de 2003 na primeira Vara da Fazenda Pública em São Luís. O estado reclama que a delegada ficou como excedente e não passou nos lugares reservados aos aprovados.

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