Roseana registra 19,8% das intenções de voto, enquanto Fufuca tem 19,5%. A diferença de 0,3 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.
O senador Weverton Rocha (PDT) ocupa a terceira posição numérica, com 13,7%, seguido pelo ex-prefeito Lahesio Bonfim (Novo), com 13%. Os dois também estão tecnicamente empatados.
Na sequência, aparecem o ex-prefeito Hilton Gonçalo (Mobiliza), com 10,7%, e a senadora Eliziane Gama (PT), com 9,3%. Simplício Araújo (DC) soma 4%, Cidônio Gonçalves (PL) tem 3,2% e Raimundo Moreira (PCB), 0,8%. Enilton Rodrigues (PSOL) e Wilson Leite (PSTU) registram 0,3% cada.
O Instituto Ranking ouviu 1.000 eleitores entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026. O nível de confiança é de 95%, e a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-09047/2026.
A Polícia Federal lavrou, na quarta-feira (1º), auto de prisão em flagrante em desfavor de três pessoas pelos crimes de corrupção eleitoral e associação criminosa.
A ocorrência foi apresentada na unidade policial por guarnição da Polícia Militar de Coelho Neto/MA, após abordagem efetuada no povoado Santa Rita, localizado na zona rural de Afonso Cunha/MA.
A diligência teve início após o recebimento de denúncias sobre condutas ilícitas de captação de sufrágio na localidade.
Na busca pessoal e veicular, os policiais arrecadaram a quantia de R$ 960,00 em espécie, cerca de 550 materiais impresso de propaganda política, bandeiras, adesivos, três terminais de telefonia móvel e um caderno com anotação nominal de eleitores. As anotações vinculavam a contagem de votos ao oferecimento e à promessa de bens e serviços, tais como consultas médicas e execução de obras.
Diante dos elementos de autoria e materialidade apresentados, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante delito.
A Polícia Federal prossegue com a investigação para delimitar a extensão do esquema criminal, identificar eventuais coautores ou partícipes, bem como determinar os beneficiários finais das condutas apuradas.
A Polícia Federal apreendeu, na quarta-feira (1º), cerca de R$ 500 mil durante uma abordagem realizada no município de Santa Inês/MA.
Os elementos de informação obtidos até o momento indicam que os valores podem estar relacionados ao financiamento irregular de campanha eleitoral no pleito de 2026.
As investigações também apontam para a possível origem dos recursos em operações simuladas de compra e venda de bovinos, mediante utilização de negociações fictícias para movimentação e dissimulação de valores.
As investigações prosseguem para esclarecer a origem dos recursos, identificar os envolvidos e apurar eventual responsabilidade criminal.
O governador Carlos Brandão anunciou nesta sexta-feira (2), em suas redes sociais, a realização de novos concursos públicos no Maranhão. Juntos, os certames vão ofertar mais de 3.500 vagas de preenchimento imediato nas áreas de Educação, Saúde, Administração e muitas outras.
O primeiro edital será para a área da Educação e deve ser lançado nos próximos dias, tendo a Fundação Carlos Chagas (FCC) como banca organizadora. A iniciativa representa mais uma oportunidade para quem deseja ingressar no serviço público estadual.
“Temos muitas oportunidades chegando. E a primeira delas é na área da educação. O edital será lançado nos próximos dias. Os editais dos novos concursos serão divulgados em breve. Bons estudos e boas provas”, afirmou o governador.
Segurança Pública
Além dos concursos que serão lançados em edital, o cronograma já tem data marcada para dois órgãos na área da Segurança Pública. A prova para a Polícia Militar será realizada no dia 11 de outubro, com 1.000 vagas no total, enquanto a prova para o Corpo de Bombeiros Militar acontece no dia 18 de outubro, para 800 vagas.
Também estão previstos concursos para a Polícia Civil, com 415 vagas; para a Perícia Oficial, com 76 vagas; e para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), com 1.059 vagas. As datas desses certames ainda serão divulgadas.
O professor e advogado público Bruno Cunha contestou nas redes sociais a comparação utilizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para defender decisões judiciais sobre as regras dos debates eleitorais tomadas nos últimos dias.
Para Cunha, o exemplo da disputa entre George W. Bush e Al Gore, na eleição americana de 2000, evidencia uma diferença central: as decisões foram tomadas de forma colegiada, e não individualmente por um magistrado.
A manifestação ocorre em meio ao debate sobre intervenções do STF em questões da Justiça Eleitoral. Nesta quinta-feira (1º), Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos, do Missão, no debate presidencial da Globo, contrariando decisões anteriores de Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia. Dias antes, Dino havia derrubado uma determinação de André Mendonça sobre publicações envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida — medida posteriormente suspensa por Luiz Fux.
Em outro despacho, Estela Aranha, do TSE proibiu que a TV Globo exigisse o púlpito de Lula (PT) vazio em seu debate.
Em publicação intitulada “Poder Judiciário e eleições”, Dino afirmou que solucionar controvérsias é uma função inerente à Justiça e ao princípio da separação de Poderes. Para sustentar seu argumento, mencionou a intervenção da Suprema Corte americana na eleição de 2000 e a decisão judicial sobre a candidatura de Silvio Santos na disputa presidencial brasileira de 1989.
O ministro defendeu a legitimidade das decisões de Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Estela Aranha sobre o debate da Globo, acrescentando que as discordâncias em relação ao conteúdo dessas medidas também são legítimas. Na publicação, atribuiu a Kassio a inclusão de Romeu Zema, a Gilmar a participação de Renan Santos e a Estela a decisão sobre a exibição de uma cadeira vazia no cenário.
Cunha respondeu diretamente ao magistrado: “Ministro Flávio, querido, vamos lá… Agora você entrou na minha praia de vez. Por favor, não me venha com essas comparações”.
Segundo o professor, a colegialidade marcou a disputa judicial americana acima da primeira instância. Ele afirmou que a Suprema Corte da Flórida atuou como corte plena, inclusive nas medidas urgentes, e criticou decisões individuais em processos de terceiros e a extensão de seus efeitos a pessoas que não participavam das ações.
“Acima da primeira instância, a colegialidade foi TOTAL em todo o imbróglio de Bush v. Gore”, escreveu.
O ponto destacado por Cunha foi o pedido de suspensão da recontagem dos votos. Segundo ele, a solicitação da campanha de Bush foi encaminhada ao juiz Anthony Kennedy, que poderia apreciá-la individualmente, mas optou por submetê-la ao colegiado. O registro oficial da Suprema Corte dos Estados Unidos confirma que Kennedy remeteu o pedido à Corte, que concedeu a suspensão em 9 de dezembro de 2000.
“O Plenário, aí sim, suspendeu a recontagem por 5×4”, afirmou Cunha. “A decisão que interrompeu a recontagem, e que para muitos já selou o resultado, foi portanto colegiada, embora o instrumento monocrático estivesse à mão.”
A reta final da campanha mostra uma Daniella cada vez mais presente em diferentes regiões do Maranhão. A deputada estadual chega aos últimos dias da disputa com uma estrutura eleitoral que vai muito além de seus redutos tradicionais e com presença consolidada em municípios importantes do estado.
Caxias e Presidente Dutra continuam sendo pontos centrais dessa trajetória, mas a atuação política de Daniella também alcança cidades como Açailândia, Timon, Imperatriz e municípios da região metropolitana de São Luís, além de centenas de lideranças presentes em praticamente todos os municípios do estado. Os números da eleição de 2022 já mostravam essa capilaridade: Daniella recebeu 47.277 votos distribuídos por 178 municípios, com votações expressivas em Caxias, Presidente Dutra, Açailândia e São Luís.
Na atual campanha, esse movimento ganhou novas dimensões. A presença em diferentes regiões, a agenda municipalista e a articulação com lideranças locais ajudam a explicar por que o nome da deputada aparece como um dos que mais ampliaram sua presença territorial nesta reta final. Em Caxias, por exemplo, a campanha realizou recentemente uma grande mobilização pelas ruas da cidade, enquanto na Grande Ilha a parlamentar também vem ampliando sua presença política.
E há um detalhe importante nessa equação: o mandato. O crescimento político de Daniella não se apoia apenas em alianças eleitorais. Na Assembleia Legislativa, a deputada construiu uma atuação marcada principalmente pela defesa das mulheres e de políticas sociais. Foi autora de iniciativas que resultaram em leis como a Semana da Maternidade Atípica e o Auxílio Financeiro aos Órfãos do Feminicídio, além de ter atuado em pautas relacionadas à proteção das mulheres e ao desenvolvimento dos municípios.
Na reta final, portanto, o que chama atenção é justamente a combinação entre mandato, presença municipal e expansão territorial. De uma base historicamente concentrada no interior, Daniella chega ao fim da campanha com uma presença mais distribuída pelo Maranhão, cenário que ajuda a explicar a dimensão que sua candidatura alcançou nesta eleição.
Além de encerrar o afastamento cautelar, a magistrada suspendeu o recolhimento domiciliar integral e as proibições de acesso às repartições públicas e aos sistemas informatizados da administração municipal. A restrição à manifestação e participação político-partidária também foi suspensa, exclusivamente para atos de representação institucional, publicidade de atos administrativos e divulgação oficial das atividades de governo.
Logo após tomar conhecimento da decisão, o governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), também suspendeu a intervenção que havia sido imposta ao Município.
Paulo Curió continuará submetido à monitoração eletrônica e ao recolhimento domiciliar noturno. Também permanece proibido de manter contato com os demais corréus e testemunhas da acusação, ressalvada a relação conjugal com Eva Maria Oliveira Cutrim Dantas, e de contratar com o poder público, diretamente ou por intermédio de terceiros.
Segundo a decisão do TJMA, Moraes considerou desproporcional a manutenção do afastamento por mais de nove meses, desde 24 de dezembro de 2025, sem que a denúncia apresentada pelo Ministério Público em janeiro deste ano tivesse sido apreciada quanto ao recebimento. O ministro também ressaltou a necessidade de prudência na adoção de medidas judiciais que atinjam mandatos eletivos, especialmente nas proximidades das eleições.
O prefeito é um dos denunciados nos procedimentos relacionados às operações Tântalo I e II. De acordo com as acusações descritas na decisão, o esquema investigado envolveria contratos simulados, fornecimentos e serviços fictícios, com prejuízo estimado de R$ 56,3 milhões aos cofres de Turilândia. As imputações incluem organização criminosa, fraude em licitações, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Ao determinar o cumprimento da liminar, a desembargadora registrou que os processos vinculados abrangem 45 denunciados e apresentam sucessivos recursos e requerimentos que exigem análise individualizada. Informou ainda que houve desmembramento dos feitos para organizar a tramitação por núcleos.
A magistrada ordenou a comunicação imediata à Câmara Municipal, à Prefeitura e ao interventor estadual, além de ajustes no sistema de monitoração eletrônica para permitir os deslocamentos necessários ao exercício do cargo. O descumprimento das cautelares mantidas poderá levar à revogação do benefício e à reavaliação da prisão preventiva.
A pesquisa do Instituto Nacional de Opinião Pública (INOP), encomendada pelo Jornal Pequeno, mostra Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB) próximos na disputa pelo Governo do Maranhão e aponta possibilidade de segundo turno. No levantamento estimulado, Braide registra 45,92% das intenções de voto, enquanto Orleans aparece com 42,85%, uma diferença de 3,07 pontos percentuais.
Na sequência, Felipe Camarão (PT) aparece com 6,92%, seguido por Roberto Rocha (PRTB), com 1,54%. André Luis e Saulo Arcangeli registram 0,04% cada. Dimas Cassimiro e Reginaldo Lima não receberam indicações.
Na modalidade espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, a distância é menor: Braide tem 35,81%, contra 34,38% de Orleans. O ex-prefeito de São Luís recebeu 931 citações, enquanto o emedebista foi mencionado por 894 eleitores, diferença de 37 entrevistados.
Felipe Camarão registra 5,77%, e Roberto Rocha, 0,96%. André Luis e Saulo Arcangeli têm 0,04% cada. Outros 23% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
Votos válidos
Considerando apenas as respostas atribuídas aos candidatos, Braide teria aproximadamente 47,2% dos votos válidos, e Orleans, 44%. Nesse recorte, ambos permanecem abaixo do percentual necessário para uma vitória no primeiro turno, o que aponta possibilidade de uma segunda etapa da disputa.
O INOP ouviu 2.600 eleitores das zonas urbana e rural de municípios do Maranhão. As entrevistas foram presenciais, realizadas em domicílios e em locais de circulação de pessoas, como vias públicas, áreas comerciais, terminais de transporte e praças. O material apresentado não informa o número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral.
O advogado e empresário Rui Jorge (MDB) chega à reta final da campanha à Assembleia Legislativa do Maranhão com apoio político em Lago da Pedra e articulações em outros municípios do estado. A mobilização do grupo liderado pela prefeita Maura Jorge, sua mãe, sustenta a expectativa de uma votação expressiva no principal reduto da família e nas cidades vizinhas.
Em Lago da Pedra, a campanha contou com grandes atos e agendas conjuntas com a prefeita. Maura acumula quatro mandatos na Assembleia Legislativa e quatro vitórias em eleições para a prefeitura, além de ter disputado o Governo do Maranhão. Essa trajetória representa uma das principais bases políticas da candidatura do filho.
A articulação também alcança municípios próximos, onde o grupo mantém relações construídas ao longo de décadas. Fora dessa região, Rui Jorge reuniu apoios de vereadores e lideranças locais em cidades como Arari, Caxias e Chapadinha, ampliando a presença de sua candidatura.
Filho de Maura Jorge e do ex-prefeito de Arari Rui Filho, Rui cresceu em uma família com atuação política no Maranhão. Durante a campanha, investiu no contato direto com eleitores, na participação em eventos e na construção de alianças para ampliar sua base de apoio.
Rui Jorge disputa uma vaga na Assembleia pela nominata do MDB. Na reta final, a campanha busca converter a mobilização em Lago da Pedra e os apoios conquistados em outras regiões em votos para alcançar o primeiro mandato de deputado estadual.
O candidato a deputado estadual Dino do Aldenora Bello (PSD) participou, nesta quinta-feira (1º), de um ato de campanha em Vargem Grande ao lado do prefeito Preto (PP) e do ex-prefeito Carlinhos Barros (PCdoB). A mobilização reforçou o apoio do grupo político que comanda o município à sua candidatura à Assembleia Legislativa do Maranhão.
Durante o encontro, Dino voltou a defender a ampliação da rede de combate ao câncer, uma das principais bandeiras de sua campanha. O tema tem sido destacado pelo candidato nas agendas realizadas durante a disputa eleitoral.
O ato em Vargem Grande integra as mobilizações da reta final da campanha, a poucos dias da votação de domingo (4). Com o respaldo das lideranças locais, Dino busca ampliar sua votação no município.
O candidato também conta com o apoio de Eduardo Braide (PSD) e é citado entre os nomes cotados para conquistar uma cadeira no Palácio Manuel Beckman.
Por o vereador Flamarion Amaral, ter ficado fora da disputa eleitoral de 2026, onde o mesmo era dado como certo como dpeutado eleito, o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, declarou apoio à candidatura do vereador Manchinha para a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.
Com esta declaração do prefeito Rildo Amaral, a candidatura do Manchinha, aumenta bastante as chances dele conseguir uma cadeira na Assembleia Legislativa em 4 de outubro.
A adesão do gestor de Imperatriz a candidatura de Manchinha, é um reforço enorme, pois na realidade, não será somente o Rildo Amaral, que dará p seu apoio e votará nele, mas também, uma parcela do grupo do atual prefeito de Imperatriz estarão imbuídos em fazer do Manchinha um deputado estadual a partir de 2027, e quem ganhará com isto, será a cidade de Imperatriz, já que Manchinha, ama esta cidade, e é um profundo defensor da Terra do Frei
As coisas no Parlamento Mirim de Imperatriz, está indo tão bem, que os vereadores imperatrizenses, tomaram a decisão de reeleger o atual presidente Adhemar Freitas JR, para comandar a Câmara Municipal para o biênio 2027/2028.
Os nobres vereadores, foram praticamente unânimes em seguir um famosíssimo provérbio popular que diz: "time que está ganhando não se mexe"; e realmente, o atual presidente tem conduzido o nosso parlamento com muita seriedade e maestria política, jamais visto nas últimas décadas.
Adhemar Freitas, fez muito bem para a Câmara Municipal, e é um político profundamente sábio, harmonioso e extremamente equilibrado. Atualmente o ambiente na Câmara Municipal, parece muito mais com um "spa político", do que uma casa de leis. Antes de Adhemar Freitas, era muito diferente, se via facaas voando pelo o recinto, e hoje, o ambiente exala energia zen.
Com participação feminina, nova Mesa Diretora assume em 1º de janeiro de 2027
A Câmara Municipal de Imperatriz realizou, na manhã desta quinta-feira (1), a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028, durante a 25ª Sessão Ordinária, realizada na sede provisória do Legislativo, no 2º piso do Timbira Shopping.
Conforme o artigo 15-A do Regimento Interno da Câmara Municipal de Imperatriz, a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio da legislatura será realizada em sessão ordinária, às 8h30 do dia 1º de outubro do segundo ano de cada legislatura, por meio de votação aberta e por maioria simples dos votos, estando presentes, pelo menos, dois terços dos membros da Câmara na primeira chamada e maioria simples na segunda chamada.
A eleição da Mesa Diretora foi iniciada com a votação para o cargo de presidente. Com inscrição única, o vereador Adhemar Freitas Jr. (MDB) foi eleito com 20 votos para o cargo de presidente da Mesa Diretora no biênio 2027/2028. Também com inscrição única, o vereador Rodrigo Brasmar (Republicanos) foi eleito para o cargo de 1º vice-presidente da Mesa Diretora, com 20 votos. Único inscrito para o cargo de 2º vice-presidente, o vereador Rubinho Lima (Mobiliza) também foi eleito com 20 votos.
A composição da Mesa Diretora contará ainda com a representatividade feminina, com a vereadora Rosângela Curado eleita, em inscrição única, para o cargo de 1ª secretária, com 20 votos. A eleição representa um novo marco para a participação das mulheres na política municipal e regional.
“Esse é um momento importante para o Parlamento e eu coloco meu nome à disposição, entendendo o momento. Nós vamos ter uma mulher representando a Mesa e eu entendo a importância e a representatividade que tem a Mesa e, acima de tudo, a confiança que tem de todos os colegas”, disse Rosângela Curado.
Finalizando as votações para os cargos da Mesa Diretora, o vereador Berson do Posto Buriti (PP) foi eleito para o cargo de 2º secretário, com 20 votos, para o biênio 2027/2028. O cargo também acumula a função de tesoureiro da Câmara Municipal de Imperatriz. Os eleitos para a nova composição da Mesa Diretora tomarão posse no dia 1º de janeiro de 2027.
A Câmara Municipal de Imperatriz reafirma o compromisso com a transparência e a publicidade dos atos para toda a população, garantindo acesso às informações e participação popular no Legislativo.
Tanto ministros aliados quanto rivais de Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), veem chance de ele determinar o afastamento de Kassio Nunes Marques e André Mendonça da relatoria de ações sobre propaganda no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que abriria um novo capítulo da divisão interna e da crise entre as cortes.
A medida teria como fundamento um suposto represamento de decisões individuais no TSE que não estariam sendo imediatamente submetidas a referendo em colegiado, além de indícios de concentração de poder excessiva no presidente e no vice-presidente da corte eleitoral.
O ministro Gilmar Mendes chegou a dizer a Kassio que o presidente do TSE estava “se investindo no papel de imperador” ao designar a si próprio e a Mendonça como juízes da propaganda, quando essa costuma ser uma atribuição de ministros substitutos do tribunal eleitoral. A fala foi narrada à Folha por pessoas presentes na sala de lanches do Supremo, onde a abordagem ocorreu há mais de uma semana.
Três ministros do tribunal e um do TSE avaliam que a decisão de Dino poderia ocorrer no âmbito do pedido feito pelo presidente do partido Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP), para que Kassio e Mendonça deixem a função. A solicitação foi feita em meio à guerra de liminares sobre publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
O parlamentar afirma que o acúmulo de cargos —gestão administrativa das eleições gerais de 2026, processos ordinários tanto no TSE quanto no Supremo e fiscalização sobre propaganda eleitoral— levou a uma demora na apreciação de casos urgentes, extrapolando prazos e gerando congestionamento.
Procurado pela Folha, o TSE informou que há cem representações aguardando referendo do plenário (34 liberadas por Kassio, 19 por Mendonça e 53 pela ministra Estela Aranha) e que devem ser julgadas até as 23h59 desta sexta-feira (2).
Em nota, o tribunal disse que “não há processos sobre propaganda eleitoral de candidatos à Presidência parados” na corte, e que até o momento o plenário já analisou e referendou aproximadamente 210 representações. Na eleição de 2022, até a data do primeiro turno (2 de outubro), haviam sido julgadas 77.
O TSE também afirmou que, ao longo da semana, Kassio assinou outras 24 decisões sobre propaganda, e que todas “já estão em trâmite interno para serem pautadas” no plenário virtual. A corte nega pendências, e servidores da área técnica atribuem o acúmulo à intensificação da judicialização na reta final da eleição.
No caso da ordem de Mendonça para a remoção de notícias falsas sobre uma suposta intenção de Flávio Bolsonaro (PL) de, se eleito, tirar da santa o título de padroeira, Kassio foi alertado por auxiliares sobre o potencial de o tema escalar para o STF. No entanto, ele ignorou recomendações para pautar o referendo no máximo até segunda-feira (28).
O vereador Beto Castro (Avante) foi eleito, nesta quinta-feira, 1°, como novo presidente da Câmara Municipal de São Luís.
O parlamentar recebeu 21 votos – de 31 possíveis. Ele concorreu sozinho, encabeçando a chapa “Gael – coração valente”.
Os 10 vereadores ausentes apoiariam a candidatura de Marquinhos Silva (União), que acabou preferindo não registrar sua chapa. Eles decidiram não participar da sessão, sob o argumento de que ainda contestam no Justiça o processo eleitoral.
A nova composição da Mesa Diretora, que assume em janeiro de 2027, ficou assim definida:
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quinta-feira (1º) o afastamento do prefeito de Turilândia, José Paulo Dantas Silva Neto, conhecido como Paulo Curió.
Apesar disso, o gestor não retorna ao cargo. Em ofício encaminhado ao magistrado, a Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão (PGJ) informa que o município de Turilândia está sob intervenção desde fevereiro deste ano e que, devido a isso, a determinação para o retorno de Curió ao mandato não pode ser cumprida.
A decisão do ministro foi proferida em habeas corpus apresentado pela defesa contra acórdão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia mantido o afastamento. Paulo Curió estava fora da prefeitura desde 24 de dezembro de 2025, há mais de nove meses.
Ao analisar o pedido, Moraes destacou que a denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Maranhão em 19 de janeiro de 2026 e, conforme os elementos apresentados ao STF, ainda não havia sido analisada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. O ministro também considerou a mudança das circunstâncias que fundamentaram as medidas iniciais.
Segundo a decisão, o próprio Ministério Público, ao se manifestar favoravelmente à revogação da prisão preventiva do prefeito, reconheceu a ausência de elementos concretos e atuais suficientes para justificar a continuidade da prisão. Para Moraes, a manutenção das cautelares exige uma avaliação de sua necessidade com base no cenário atual.
O ministro também mencionou a proximidade das eleições e citou precedentes do STF sobre a necessidade de cautela em decisões judiciais que possam interferir na disputa político-eleitoral.
Paulo Curió é acusado pelo Ministério Público de envolvimento em um suposto esquema de organização criminosa, fraudes em licitações, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, investigado na Operação Tântalo. Segundo a acusação reproduzida na decisão, empresas recebiam recursos municipais por bens e serviços que não eram efetivamente fornecidos. O prejuízo apontado no acórdão do STJ supera R$ 43 milhões.
A liminar suspende o afastamento e as medidas que impedem diretamente o exercício da função de prefeito. Permanecem em vigor o monitoramento eletrônico, a proibição de contato com corréus e testemunhas e a proibição de contratar com as empresas investigadas.
A decisão não encerra o processo nem julga as acusações. Moraes determinou a comunicação urgente da medida, solicitou informações e ordenou o posterior encaminhamento dos autos à Procuradoria-Geral da República para parecer.
Uma decisão da 1ª Vara da Comarca de Santa Luzia voltou a colocar em evidência uma condenação envolvendo o ex-prefeito de Alto Alegre do Pindaré Atenir Ribeiro Marques, conhecido como Atemir Botelho. O processo está em fase de cumprimento de sentença e envolve condenação à suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o Poder Público, ressarcimento ao erário e pagamento de multa civil.
De acordo com a decisão assinada pelo juiz Bruno Barbosa Pinheiro, o débito atualizado correspondia a R$ 23.202.207,44 milhões. O documento registra que Atemir foi intimado pessoalmente para pagar, mas não efetuou o pagamento nem apresentou impugnação. Diante disso, a Justiça determinou uma ampla busca por seu patrimônio.
Foram determinadas tentativas automáticas de bloqueio de valores em contas bancárias, além da busca por veículos registrados em seu nome. Caso sejam encontrados, poderão sofrer restrições. Outra medida prevê acesso a informações fiscais e declarações de Imposto de Renda para localizar imóveis, investimentos, participações em empresas e outros bens. Também será utilizada uma ferramenta do Conselho Nacional de Justiça que cruza diferentes bancos de dados para identificar relações financeiras, empresariais e patrimoniais.
A Justiça também prevê uma busca por imóveis registrados em nome de Atemir em todo o país. Se necessário, também poderão ser feitas consultas diretamente aos cartórios de São Luís, Santa Inês e Santa Luzia. A decisão ainda menciona pedido relacionado ao Posto Marajó Ltda. Segundo o magistrado, os documentos mostram que Atemir figurou como fiador da empresa, mas não comprovam que seja sócio, proprietário ou tenha valores a receber.
Nesse cenário, o discurso atual de Atemir Botelho como fiscal das finanças públicas de Alto Alegre do Pindaré contrasta com episódios registrados durante sua própria passagem pela Prefeitura. Sua gestão foi alvo de ações judiciais e questionamentos relacionados à administração municipal, incluindo decisão de afastamento do cargo por atraso no pagamento de servidores da saúde e processos envolvendo transparência das contas públicas. Em outro processo, houve condenação por improbidade administrativa, com determinação de afastamento e suspensão dos direitos políticos.
Mais recentemente, em 2024, o Tribunal de Contas da União julgou irregulares contas de Atemir referentes ao programa Projovem Trabalhador. O tribunal apontou falta de comprovação da execução física do objeto e divergências entre a movimentação financeira e os documentos de despesas apresentados, determinando ressarcimento de valores e aplicação de multa.
O candidato ao Senado Hilton Gonçalo (Mobiliza) parabenizou, nesta quinta-feira (1º), o vereador Beto Castro (Avante) pela eleição à presidência da Câmara Municipal de São Luís e aos vereadores eleitos para compor a Mesa Diretora no biênio 2027–2028.
Hilton participou de um almoço com Beto Castro e sua família e destacou a parceria política construída entre os dois, que poderá avançar para uma atuação conjunta em favor da capital caso seja eleito para uma das vagas ao Senado nas eleições deste domingo (4).
“Fiz questão de vir parabenizar pessoalmente o nosso amigo Beto Castro por essa vitória e também todos os vereadores eleitos para a Mesa Diretora. Desejo muito sucesso nessa nova missão. Temos uma parceria construída com lealdade e compromisso e, se o povo do Maranhão nos der a oportunidade de chegar ao Senado, vamos trabalhar juntos, cada um cumprindo sua missão, para buscar mais recursos, investimentos e oportunidades para São Luís. Beto e toda a Câmara poderão contar comigo para defender as demandas da nossa capital em Brasília”, afirmou Dr Hilton.
Beto Castro é um dos 18 vereadores de São Luís que declararam apoio à candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado. Para Hilton, essa união com representantes do Legislativo Municipal fortalece o diálogo sobre as necessidades dos bairros e comunidades da capital e poderá se transformar, a partir de 2027, em uma parceria institucional entre a Câmara e o Senado.
“Agradeço a parceria do Dr. Hilton e sigo convicto de que ele terá uma expressiva votação na eleição de domingo. Agora, mais do que nunca, juntos seremos fortes nesta eleição”, afirmou Beto Castro.
Parceria por São Luís – Com Beto Castro eleito para comandar a Câmara Municipal pelos próximos dois anos, Dr Hilton destacou que pretende, caso eleito senador, manter um canal permanente de diálogo com o Legislativo Municipal.
A proposta é aproximar as demandas apresentadas pelos vereadores da atuação parlamentar em Brasília, especialmente na busca por recursos e projetos para áreas prioritárias de São Luís.
Na reta final da campanha, Hilton Gonçalo também vem intensificando sua presença na capital, onde conta com o apoio de 18 vereadores. A articulação reforça a parceria com representantes de diferentes regiões de São Luís e a intenção de manter esse diálogo após as eleições.
Eleito presidente da Câmara Municipal de São Luís para o biênio 2027-2028, o vereador Beto Castro (Avante) afirmou, nesta quinta-feira (1º), que pretende conduzir o Legislativo sem perseguições aos parlamentares que estiveram em campo oposto durante a disputa pelo comando da Mesa Diretora.
Beto Castro fez a declaração logo após a eleição, durante discurso proferido na tribuna da Câmara. Castro recebeu os votos dos 21 vereadores que participaram da sessão extraordinária. Dez parlamentares não compareceram à votação, entre eles Marquinhos Silva (União), que também articulava candidatura ao comando da Casa.
Ao falar sobre a futura gestão, Beto Castro declarou que não pretende usar a Presidência para perseguir adversários políticos. O vereador também agradeceu aos parlamentares que apoiaram sua candidatura e relembrou a trajetória até chegar ao comando do Legislativo municipal.
Apesar do discurso de não perseguição, Castro fez críticas ao grupo adversário e à possível intervenção externa no pleito. Pelo menos duas ações com pedido de suspensão da eleição tramitaram na Justiça.
“Ninguém pode vir de fora dizer que a Casa vai ser gerida por fulano. Aqui você dialoga, ou está fora do processo”, afirmou o vereador durante o pronunciamento.
Interferência externa
Beto Castro também direcionou críticas a Marquinhos Silva e o acusou de tentar buscar apoio fora da Câmara para interferir no processo de escolha da nova Mesa Diretora.
“Quero dizer aqui que a eleição da Câmara é feita pelos vereadores de São Luís. Não aceitamos interferência externa”, declarou.
A disputa pela Presidência foi judicializada antes da votação. Uma decisão chegou a impedir a realização da sessão, mas posteriormente foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que apontou risco de interferência na autonomia administrativa do Legislativo municipal.
O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira (30), após permanecer internado desde o dia 25 de setembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele foi hospitalizado para tratar um quadro de pneumonia.
Segundo a assessoria de comunicação, Sarney já está em casa e passa bem. Durante a internação, o ex-presidente ficou na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por precaução e recebeu tratamento com antibióticos.
Esta foi a segunda internação do ex-presidente por pneumonia no mês de setembro. Antes de ser levado ao hospital em São Paulo, Sarney passou três dias internado em São Luís (MA) para tratar a doença. Após receber alta, permaneceu em acompanhamento ambulatorial e sob cuidados em casa até viajar para a capital paulista, onde realizou novos exames e precisou ser internado novamente.
Após pedido da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu nesta quinta-feira a TV Globo de exibir de forma destacada a cadeira vazia do candidato petista em debate presidencial, como estava previsto em regulamento da emissora para o encontro. A magistrada também proibiu que os demais concorrentes façam perguntas dirigidas ao candidato do PT.
A decisão é liminar e pode, se houver tempo hábil, ser submetida ao plenário da Corte Eleitoral, inclusive por meio de sessão virtual. Lula comunicou na quarta-feira que não participará no debate. Nesta quinta-feira, no mesmo horário do encontro, o candidato à reeleição será entrevistado por um podcast.
A previsão de púlpito vazio é uma das regras acordadas com representantes das campanhas, incluíndo a do PT, sobre a realização do debate, além de uma tradição no país para este tipo de evento eleitoral.
Nesta semana, por exemplo, o púlpito reservado a Jerônimo Rodrigues (PT), candidato à reeleição na Bahia, ficou vazio após ele faltar ao debate transmitido na terça-feira. O mesmo ocorreu no Distrito Federal, em que a governadora Celina Leão (PP) também optou por não comparecer.
No primeiro debate presidencial do atual ciclo eleitoral, na Band, em agosto, três dos candidatos que haviam sido convidados preferiram não debater com seus concorrentes: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo). Os três púlpitos a eles reservados ficaram vazios durante todo o confronto, sem que tenha havido contestação.
Em 2006, quando Lula tentava a reeleição pela primeira vez e também optou por não participar do debate da Globo no 1º turno, a cadeira destinada ao petista ficou vazia no palco durante todo o programa e foi mostrada mais de uma vez aos telespectadores, principalmente nos encerramentos de cada bloco.
A ausência foi tema do encontro, que reuniu os então presidenciáveis Geraldo Alckmin, do PSDB, Heloísa Helena, do PSOL, e Cristovam Buarque, do PDT, que chegaram a fazer perguntas que endereçariam a Lula.
Ao conceder a liminar, Estela afirmou que a participação de candidatos em debates eleitorais é facultativa e que o compromisso prévio com as regras do encontro não torna obrigatório o comparecimento.
Segundo a ministra, a legislação permite que o debate seja realizado mesmo sem um candidato regularmente convidado, desde que o convite tenha sido feito com pelo menos 72 horas de antecedência.
A decisão foi tomada em uma ação apresentada pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, da qual o PT faz parte, contra uma regra prevista para o debate.
O dispositivo prevê a manutenção da cadeira vazia, com identificação nominal e destaque visual da ausência, além de permitir que os candidatos presentes formulem perguntas ao concorrente que não comparecer. A coligação pediu a suspensão da regra e, subsidiariamente, a possibilidade de concessão posterior de direito de resposta.
Na avaliação de Estela, permitir manifestações dirigidas especificamente a um candidato ausente, sem que ele tenha a possibilidade de responder ou se contrapor no próprio debate, pode gerar desequilíbrio entre os concorrentes.
“A cláusula impugnada, ao reservar momento específico da transmissão para que candidatos presentes formulem manifestações dirigidas à candidatura ausente, sem possibilidade de resposta simultânea ou contraposição no próprio ambiente do debate, aparenta ultrapassar o campo meramente organizacional do evento”, escreveu a ministra.
Para a ministra, a regra pode dar aos participantes um espaço específico para fazer referências ao candidato ausente sem a dinâmica de contraditório característica de um debate eleitoral. Ela também questionou a exposição reiterada da cadeira vazia, acompanhada da identificação nominal do candidato.
“A exposição reiterada da cadeira vazia, associada à identificação nominal do candidato e ao destaque específico de sua ausência durante a transmissão, pode produzir efeitos que transcendem a simples informação ao eleitorado acerca do não comparecimento”, disse.
A relatora foi além e afirmou que, numa análise preliminar, a cláusula tem “aparente intuito de compelir os candidatos a comparecer ao debate, renunciando à facultatividade de participação assegurada em lei”.
Estela também justificou a concessão da liminar pela proximidade do debate, marcado para esta quinta-feira, e do primeiro turno. Segundo ela, depois de realizada a transmissão, uma decisão posterior poderia ser insuficiente para reparar os efeitos da aplicação da regra, diante da “irrepetibilidade do evento e da proximidade do pleito”.
Ao final, a ministra suspendeu integralmente o item 7 das regras e determinou que a Globo se abstenha de aplicá-lo, “inclusive quanto à exibição destacada da cadeira vazia identificada e quanto à dinâmica de formulação de perguntas dirigidas ao candidato ausente”. A decisão prevê multa, a ser fixada posteriormente, em caso de descumprimento.