quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Prefeito Cociflan cumprimentou a atleta Ana Rayssa que representará Ribamar Fiquene nos JEBs em Brasília



Na manhã desta quarta-feira (16), o prefeito Cociflan Silva, em Ribeirãozinho do Maranhão, cumprimentou e desejou boa sorte a aluna/atleta da Escola Municipal Eurival Gomes, Ana Rayssa e também a professora Sâmyla Almeida, antes do embarque a Brasília, onde Rayssa participará dos Jogos Escolares Brasileiros 2026.

Esta é a segunda vez que Ribamar Fiquene leva representantes para os JEBs. A primeira vez em 2022, foram as Meninas de Ouro na modalidade de futsal infantil feminino, que representaram o Maranhão no Rio de Janeiro. O prefeito Cociflan reiterou que continuará envidando esforços para motivar as crianças, adolescentes e a juventude a praticarem esporte nas diversas modalidades e ampliarem seus feitos e conquistas.

Visitaço do líder na caminhada em prol dos que trabalham por Ribamar Fiquene



Nessa terça-feira (15), na Vila Bolacha foi dada a largada da campanha eleitoral em prol do time do prefeito Cociflan. Durante caminhada e a visita de casa em casa prefeito lembrou a importância de seguir em frente com Orleans Brandão governador, Aluísio Mendes deputado federal, Antônio Pereira deputado estadual e senadores Roseana Sarney e Dr. Hilton Gonçalo esses candidatos  seu time de vencedores nas eleições deste ano.

Durante a caminhada, o prefeito Cociflan conversou com moradores e reforçou o pedido de apoio aos candidatos que verdadeiramente os que fazem o melhor para garantir o bem-estar social das pessoas em Ribamar DFiquene.

Nesta quarta-feira (16), o time de Cociflan estará reunido para a caminhada que acontece na Vila Mariana – concentração próximo a Creche,a partir de 17h, segundo informação da coordenador do comitê, Necília Melo.

Atleta Ana Rayssa de Ribamar Fiquene vai a Brasília participar dos Jogos Escolares Brasileiros



Nesta quarta-feira (16), a atleta Ana Rayssa campeã maranhense dos JEM’s modalidade tentatlo, viaja a Brasília onde participará dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2026. A professora Sâmyla Almeida acompanha a estudante-atleta de Ribamar Fiquene junto a delegação de atletas que embarcaram ontem à noite, em São Luís, com paradas nesta quarta-feira, para embarque de atletas em Imperatriz e Ribeirãozinho do Maranhão.

A Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) é responsável pela organização dos Jogos Escolares Brasileiros, evento que contará com disputas em 19 modalidades esportivas, distribuídas em dois blocos de competição, e promete movimentar a capital federal com uma das principais celebrações do esporte escolar brasileiro.

O prefeito Cociflan Silva maior incentivador do esporte escolar e amador e a secretária de Educação, Hélia Maria Nogueira destacam a importância da confiança da família e o apoio a participação de Ribamar Fiquene representada em Brasília, por sua atleta Ana Rayssa campeã maranhense dos Jogos Escolares Maranhense 2026, na modalidade tentatlo. “Ana Rayssa participar da competição dos JEBs, é o aprendizado no espaço de convivência e troca de experiências entre jovens de diferentes regiões do país”, disse o professor Glauco Nogueira.

Dino anuncia prisões e gera tensão para os próximos dias

 

A declaração do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de que chegou atrasado à sessão porque estava “decretando prisão de gente” colocou Brasília em atenção e acendeu o alerta entre advogados. A declaração foi feita durante julgamento relacionado ao ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, fundador do Master.

A preocupação vem dos casos sob a relatoria de Dino: ele é relator das investigações sobre o filme “Dark Horse” e do caso de desvios de emendas que tem como alvo o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP). Dino também é relator de um dos inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por tráfico de influência.

A fala surgiu em um momento de descontração com o presidente da Corte, Edson Fachin, quando ambos comentavam o volume de trabalho dos últimos dias.

Dino aproveitou o contexto para perguntar se Fachin havia visto um vídeo do humorista Fábio Porchat. “Vossa Excelência viu o vídeo do Fábio Porchat? É um vídeo muito bom porque nós estamos parecidos. Eu cheguei atrasado porque eu estava decretando prisão de gente, porque é tanta petição, presidente”, disse Dino.

O ministro explicou o sentido da referência: “É um vídeo sobre jornalistas que se aplica aos juízes do tribunal”. Fachin respondeu que também não havia tido tempo para assistir. “Eu não tive tempo, eu estou vendo os ofícios que chegaram e eles são hemorrágicos”, afirmou o presidente do STF.

O vídeo mencionado por Dino foi publicado no último sábado (12.set). Nele, Porchat aparece de pijama, deitado na cama, e finge falar em nome dos jornalistas para pedir uma trégua nas novidades divulgadas fora do horário comercial, em meio aos novos desdobramentos do caso Master.

“Pelo amor de Deus, faça alguma coisa para impedir o STF dessas barbaridades. Eu sei que vocês não estão acostumados a trabalhar no horário comercial, mas ninguém aguenta mais quebra de sigilo às 23h”, diz Porchat no vídeo.


John Cutrim

PL confirma neutralidade na disputa pelo Governo do Maranhão

 

O Partido Liberal (PL) do Maranhão reafirmou, nesta terça-feira (15), que permanecerá neutro na disputa pelo Governo do Estado nas eleições deste ano.

Em nota oficial assinada pela presidente estadual da legenda, deputada federal Detinha, o partido informou que a posição foi definida durante a convenção realizada no dia 28 de julho.

Segundo o comunicado, o PL não apoia nenhuma das candidaturas ao Palácio dos Leões. A direção estadual acrescentou que a decisão foi tomada pelas instâncias partidárias competentes e “será mantida”.

A manifestação ocorre em meio às movimentações de integrantes e lideranças políticas na reta final da campanha eleitoral. Apesar de possuir candidatos nas disputas proporcionais, o PL maranhense optou por não integrar oficialmente nenhum dos grupos que concorrem ao governo estadual.

Espetáculo degradante no Supremo


Estadão

Foto: @tvjustiça/Fotos Públicas

O Supremo Tribunal Federal (STF) se desmoralizou perante a Nação de um jeito que nem o mais obstinado de seus detratores poderia desejar. Ao fim de uma longa sessão, marcada por bate-bocas, ofensas e graves acusações entre alguns ministros, a Corte encerrou o dia no ponto exato em que começou, vale dizer, sem decidir sobre a abertura de investigação do ministro Alexandre de Moraes pela suposta consultoria que ele teria prestado ao banqueiro vigarista Daniel Vorcaro. Foi uma vitória, muito bem arquitetada, da turma chicaneira pró-Moraes e contra a sociedade, personificada pelos ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, além do indigitado.

Só a ministra Cármen Lúcia teve a dignidade de pedir desculpas ao País pelo “mal-estar cívico” que o STF provocou em “todos os cidadãos e todas as cidadãs” do Brasil. Ela se disse “envergonhada” pelo espetáculo degradante protagonizado por alguns de seus pares. Como ela, todo o Brasil decente está envergonhado.

Antes de Dino pedir vista a pretexto de serenar ânimos após um chilique teatral de Mendes e, assim, interromper o julgamento da questão principal por semanas ou meses, os chicaneiros se lançaram em enfadonhas perorações, de claro vezo procrastinatório, sobre questões preliminares minúsculas à luz da gravidade das suspeitas que pesam sobre o sr. Moraes. O propósito, evidentemente, era fugir, ao menos agora, da singela decisão de autorizar ou não a investigação – a mera investigação – do ministro.

Enquanto Alexandre de Moraes e André Mendonça discutiam sobre qual deles teria “mais medo” da Polícia Federal (PF) e se insinuava a existência de uma “PF paralela” monitorando ministros, Mendes e Dino, em jogral, atacaram a autoridade do presidente do STF, o ministro Edson Fachin. Ambos chegaram a dizer que Fachin teria se valido de um expediente da ditadura militar para avocar a relatoria da petição de investigação de Moraes – não só um absurdo jurídico-factual, como um insulto à decência e à história de vida do ministro presidente. Eis o nível da degradação da mais alta instância judicial do País, à beira do irrecuperável.

Tudo o que se viu ontem foi pura chicana. Nenhum dos ministros discutiu de fato o conteúdo das dezenas de mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. Discutiram relatorias, ritos, objeto e outras filigranas. Sobre a gravidade do que lhes apresenta o caso concreto, nem uma palavra de horror ou de vergonha, à exceção, como notamos, de Cármen Lúcia. Tal foi a bagunça, decerto deliberada, que o ministro Kassio Nunes Marques nem sequer se constrangeu ao cometer a barbaridade de se declarar “impedido” por sua jurisdição à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – como se a Constituição não autorizasse o acúmulo de função de ministro do TSE e do STF. Impassível, Marques levantou-se e foi embora.

Ao contrário do que alega Moraes, não está em curso um ataque de golpistas ressentidos com ele ou com a Corte. Foram ministros como o próprio Moraes que lançaram o Supremo nesse esgoto moral, um ultraje à memória de todos os ministros de genuína reputação ilibada que lá já tiveram assento. São amplos os segmentos da sociedade civil, de convicções democráticas insofismáveis, que não se conformam em ver o Supremo se suicidar como instituição republicana em nome da salvação pessoal de um ou outro de seus integrantes. Quando uma ministra da própria Corte se diz envergonhada pelo que viu acontecer diante de seus olhos, não há brecha para que alguns de seus colegas sigam tratando como zelo processual o que é blindagem pura e simples.

Se, ao fim de toda essa história escabrosa, o Supremo decidir não investigar Moraes, não será mais visto como um Poder da República, e sim como uma extensão do escritório de advocacia da família do ministro – e de sabe-se lá mais quem. Caberá ao Senado, então, fazer o que a Corte não teve a decência de fazer e cassar o sr. Alexandre de Moraes. Nunca é demais lembrar que a força do Judiciário vem da legitimação cotidiana de seus juízes. E se o próprio Supremo vier a matá-la para que um dos seus possa escapar do escrutínio de suas atitudes, que a maioria dos senadores salve a Corte de si mesma.

Felipe Camarão defende industrialização no Maranhão

 

O candidato ao governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), participou nesta terça-feira (15) do Encontro da Classe Empresarial com os Candidatos ao Governo, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) e pelo Conselho da Indústria do Estado do Maranhão (Ciema). No evento, Camarão apresentou propostas para a indústria, o comércio e o agronegócio, com foco na transformação da riqueza produzida no estado em desenvolvimento para o estado.

Em sua abordagem, Camarão lembrou que o agronegócio, a mineração e a logística de exportação movimentam grandes volumes de recursos, mas deixam pouco valor no território maranhense e defendeu a ampliação da infraestrutura necessária ao desenvolvimento econômico, com a reconstrução e manutenção permanente das estradas estaduais, priorizando o escoamento da produção e o acesso aos serviços.

“A nossa proposta é fazer com que os produtos que atualmente deixam o estado em sua forma primária passem por etapas de transformação no Maranhão para gerar renda e emprego para os maranhenses. Queremos sair de uma economia que produz riqueza sem distribuí-la para uma economia que transforme a vida das pessoas.”, afirmou Camarão.

O candidato afirmou que para melhorar o ambiente de negócios é necessário transparência, redução da burocracia, segurança jurídica, informatização dos serviços e planejamento para orientar os investimentos.

Na abordagem sobre ações para garantir a segurança de centros comerciais, Camarão explicou que para maior efetividade no combate ao crime as forças policiais serão integradas e o estado vai incentivar a implantação e fortalecer as Guardas Municipais, além de realizar concurso público para aumentar o efetivo e valorizar os policiais.

Camarão falou ainda sobre a inclusão do empreendedorismo na formação dos alunos da rede estadual e a parceria com a UEMA, UEMASUL, IEMA e FAPEMA para o desenvolvimento de projetos que incentivem jovens empreendedores.

Ao final do evento, Felipe Camarão recebeu o Mapa Estratégico da Indústria do Maranhão, documento produzido pela Fiema e Ciema com proposição de ações para o desenvolvimento econômico maranhense.

Moraes quer investigar Mendonça antes de decidir se colega será investigado, diz advogado

 

Foto: Gustavo Moreno/STF

O advogado João Paulo Rocha, formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), criticou a proposta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de “ouvir testemunhas” antes de uma eventual abertura de investigação contra o ministro André Mendonça.

Segundo Rocha, ao afirmar que pretendia “chamar testemunhas” para fundamentar o pedido, Moraes teria reconhecido a inexistência de indícios mínimos suficientes para justificar, neste momento, a instauração formal do procedimento.

O advogado também contestou o uso de relatórios de inteligência apócrifos como base para o pedido. De acordo com ele, o próprio Moraes admitiu que os documentos não constituem provas, embora tenha sustentado que poderiam ser considerados meios de obtenção de prova, em raciocínio semelhante ao aplicado às colaborações premiadas.

Na avaliação de Rocha, a oitiva de testemunhas já representa um ato típico de investigação. Por isso, haveria uma contradição na proposta de produzir elementos contra Mendonça antes de decidir se existem fundamentos para investigá-lo formalmente.

“Moraes pretende investigar o Mendonça para decidir se ele será investigado”, resumiu o advogado.

Rocha ainda questionou se o mesmo procedimento poderia ser aplicado a Moraes. Ele citou o banqueiro Daniel Vorcaro e perguntou se também seria possível ouvi-lo sobre as mensagens atribuídas aos dois antes de uma decisão sobre a abertura de investigação contra o ministro.

Ao final, o advogado afirmou que Mendonça poderia ter respondido ao desafio de Moraes — “então vamos chamar as testemunhas?” — propondo a análise do conteúdo do celular do colega de Corte. As manifestações representam a interpretação jurídica de João Paulo Rocha sobre o episódio.

G Léda

Justiça Eleitoral suspende divulgação de mais uma pesquisa IPPI no MA

 

A Justiça Eleitoral suspendeu, nesta quarta-feira (16), a divulgação da pesquisa IPPI registrada sob o número MA-06492/2026, com dados sobre as disputas pelo Governo do Maranhão e pelo Senado. A decisão liminar foi proferida pelo juiz Rubem Lima de Paula Filho e prevê multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.

Esta é a segunda consulta do IPPI barrada judicialmente apenas no mês de setembro (saiba mais).

O levantamento foi contratado pela Café Quente Produções Ltda. por R$ 20 mil e realizou mil entrevistas domiciliares exclusivamente no município de São Luís, entre os dias 11 e 15 de setembro. Os resultados poderiam ser divulgados a partir desta quarta-feira.

A suspensão foi solicitada pela coligação Avanço por Todo Maranhão, que apontou possível irregularidade no questionário registrado pela IPPI Pesquisas e Consultoria Ltda. Segundo a representação, o documento faz referência a cartões apresentados aos entrevistados nas perguntas estimuladas para governador e senador, mas os anexos destinados à reprodução desse material foram protocolados sem conteúdo.

Na decisão, o magistrado observou que o questionário contém os nomes dos candidatos, partidos e opções residuais. No entanto, entendeu que os documentos disponíveis não permitem verificar com segurança a ordem circular apresentada aos entrevistados nem o procedimento adotado para o rodízio das alternativas.

Para o juiz, a ausência dessas informações compromete, em análise preliminar, a fiscalização da coleta. A legislação eleitoral exige que o instituto registre o questionário completo aplicado ou que será aplicado aos entrevistados até cinco dias antes da divulgação da pesquisa.

“A mera presença do rol nominal, portanto, não elimina a deficiência apontada”, afirmou o relator. Ele ressaltou que a possível irregularidade não está na suposta ausência dos nomes dos candidatos, mas na falta de reprodução integral do material de estímulo e da sequência usada no rodízio.

A IPPI e a Café Quente deverão se abster imediatamente de divulgar, publicar ou veicular os resultados da pesquisa. Se o levantamento já tiver sido publicado em canais controlados pelas empresas, o conteúdo deverá ser removido no prazo de duas horas após a intimação.

O instituto também terá de apresentar os cartões efetivamente utilizados no trabalho de campo, informar a ordem integral das alternativas, explicar o sistema de rodízio e esclarecer por que os anexos registrados estavam vazios. As empresas deverão ainda juntar aos autos o contrato de prestação de serviços firmado em 9 de setembro, caso disponham do documento.

A decisão tem caráter provisório e poderá ser revista após a apresentação das defesas. O magistrado ressaltou que a medida não antecipa o julgamento definitivo sobre a regularidade da pesquisa nem sobre a eventual aplicação de outras sanções.

Associações de magistrados rebatem fala de Dino sobre corrupção no Judiciário; AMMA ainda não se pronunciou

 

Foto: @tvjustiça/Fotos Públicas

A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) ainda não se pronunciou sobre as declarações do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de que o país atravessa o “momento mais corrupto da história do Poder Judiciário”. O silêncio chama atenção porque a entidade representa magistrados do estado natal e principal reduto político de Dino, enquanto associações de outras unidades da Federação já divulgaram notas de repúdio.

A declaração foi feita durante a tensa sessão do STF desta terça-feira (15), que discutiu os desdobramentos do caso Banco Master. Na ocasião, Dino criticava a possibilidade de presidentes de tribunais retirarem processos de relatores e alertava para os riscos que, na avaliação dele, esse tipo de prática poderia provocar.

A Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) afirmou que declarações que atribuem ao Judiciário um cenário generalizado de corrupção atingem integrantes da magistratura sem qualquer relação com os episódios discutidos no Supremo.

“Situações individuais não podem ser projetadas sobre toda a Magistratura na tentativa de desviar o foco de discussões e crises restritas à cúpula de Brasília”, declarou a entidade, em nota assinada pela presidente da AMC, Janiara Maldaner Corbetta.

A associação catarinense também defendeu que eventuais irregularidades sejam investigadas pelos órgãos competentes, de maneira individualizada e com respeito ao devido processo legal. Segundo a entidade, generalizações fragilizam a confiança nas instituições.

No Rio Grande do Sul, a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) também repudiou as declarações. A entidade argumentou que suspeitas precisam estar vinculadas a fatos e pessoas determinadas e “não autorizam extensão indiscriminada a toda a carreira”.

A Ajuris ainda recuperou uma declaração da ministra Cármen Lúcia segundo a qual “o Poder Judiciário existe para tranquilizar o povo”. Para a entidade, o momento exige ponderação e responsabilidade institucional dos integrantes do Supremo.

A Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), por sua vez, afirmou que “acusações genéricas atingem injustamente milhares de juízes que atuam com integridade e independência”.

“A ABMT defende que suspeitas sobre integrantes do STF devem ser apuradas com rigor e devido processo legal, sem projetar desgastes sobre toda a categoria — que já é permanentemente fiscalizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelas Corregedorias”, acrescentou.

A entidade concluiu afirmando que a magistratura “não pode ser transformada em escudo retórico para uma crise situada no âmbito da própria Corte”.

Sarney recebe alta e deve continuar tratamento em casa

 

O ex-presidente da República José Sarney recebeu alta hospitalar na manhã desta quarta-feira (16), após permanecer internado no UDI Hospital, em São Luís, para tratar um quadro de pneumonia.

Segundo boletim médico divulgado pela unidade, Sarney seguirá sob acompanhamento ambulatorial e continuará recebendo cuidados em casa.

O ex-presidente havia sido internado na tarde de domingo (13) com uma infecção respiratória. Durante o período de hospitalização, apresentou condição clínica estável, pressão arterial controlada e respirava sem a necessidade de suporte de oxigênio.

O boletim foi assinado pela diretora médica do UDI Hospital, Julia Bacelar Barros, e pelo médico assistente e infectologista Daniel Wagner Santos.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

O prefeito Rildo Amaral, divulgou que a Prefeitura de Imperatriz já fez o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário em pleno mês de setembro




Reprodução/Rildo Amaral 

Era de costume em nosso município, que a Prefeitura de Imperatriz, fazer o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário no limite que determina a nossa legislação vigente, que é 30 de novembro. O montante do pagamento, sempre será correspondente a 50% do salário bruto, sem descontos. 

Neste ano porém, o prefeito Rildo Amaral, tomou a decisão acertada de antecipar este pagamento como um bônus para os servidores, algo que foi recebido muito bem por todos. 

Quem agradeceu sobre esta atitude do prefeito Rildo, é o comércio imperatrizense, pois com certeza, o mesmo será aquecido com esta dinheirama toda no mercado. 

Estudantes de escolas municipais de Imperatriz disputam JEBs e Jogos da Juventude

 

Com o apoio da Prefeitura de Imperatriz, atletas da Rede Municipal de Ensino vão representar Imperatriz em competições escolares nacionais
Estudantes de escolas municipais de Imperatriz disputam JEBs e Jogos da Juventude

 Ao todo, 10 estudantes da Rede Municipal de Ensino de Imperatriz vão em busca de medalhas nas etapas nacionais dos JEBs 2026 e Jogos da Juventude CAIXA 2026. (Foto: Assessoria)

Com apoio da Prefeitura de Imperatriz, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e do Projeto Sou + Esporte, da SEMED, estudantes da Rede Municipal de Ensino de Imperatriz competem nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2026 e nos Jogos da Juventude CAIXA 2026 representando o município. Os atletas disputam em diferentes modalidades nas etapas nacionais das competições escolares, entre eles, atletas no judô, ciclismo, atletismo, taekwondo e natação.

Os JEBs 2026, para estudantes de 12 a 14 anos, serão realizados em Brasília (DF), de 11 a 27 de setembro. Já os Jogos da Juventude CAIXA 2026, destinados a estudantes de 15 a 17 anos, acontecem em Foz do Iguaçu (PR), de 19 de outubro a 3 de novembro.

As disputas das modalidades dos JEBs acontecem ao longo do período da competição. No judô, as disputas serão realizadas de 13 a 15 de setembro; no taekwondo, de 18 a 20 de setembro; no atletismo, de 18 a 21 de setembro; no ciclismo, de 21 a 23 de setembro; e na natação, de 22 a 24 de setembro, todas em Brasília.

No judô, estão classificadas Ana Clara, da Escola Municipal João Batista de Paiva, e Alana, da Escola Municipal Santa Laura. No ciclismo, Wallyson Oliveira de Brito, da Escola Municipal Castro Alves I, representa o município.

No atletismo, serão quatro estudantes: Aleff Kaua Lima Soares, da Escola Municipal Wady Fiquene; José Francisco Soares, da Escola Municipal Pedro Abreu; Pedro Jorge Silva Santiago Costa e Vitória Oliveira da Silva, ambos da Escola Municipal Afonso Pena, localizada na zona rural. No taekwondo, a representação municipal conta com Maxsuel Silva das Neves, da Escola Municipal João Batista de Paiva. Na natação, Maxy Adriel de Sousa Rodrigues, da Escola Municipal Madalena de Canossa, também representará Imperatriz.

Para o coordenador do Setor de Educação Física da SEMED, Getúlio Melo, a classificação dos estudantes é resultado do trabalho desenvolvido no esporte escolar e do apoio às atividades esportivas nas escolas. “É muito importante saber que esses alunos que vão representar Imperatriz nos Jogos Escolares Brasileiros, na categoria de 12 a 14 anos, são atletas do município que surgiram a partir do talento e do trabalho desenvolvido pelo Projeto Sou Mais Esporte, realizado pelo Departamento de Educação Física há um ano e oito meses, com um trabalho junto aos profissionais e às escolas. Estamos muito felizes e esperançosos. Logo após os Jogos Escolares Brasileiros, vêm os Jogos da Juventude, onde também temos atletas e profissionais que vão viajar. Temos quatro profissionais que vão acompanhar os alunos das escolas públicas. Isso também é um reconhecimento de que temos bons atletas e bons profissionais trabalhando no esporte escolar”, afirmou.

Imperatriz também terá estudantes classificados para os Jogos da Juventude CAIXA 2026, em Foz do Iguaçu, no Paraná, de 19 de outubro a 3 de novembro. Na Rede Municipal de Ensino, Levy, da Escola Municipal Darcy Ribeiro, representa Imperatriz no judô, cuja disputa está prevista para o período de 20 a 22 de outubro.

A estudante Vitória Oliveira, da Escola Municipal Afonso Pena, localizada na zona rural de Imperatriz, destaca a importância da participação na competição nacional de atletismo. “A nossa preparação está sendo muito boa. Os treinos estão sendo bons, apesar de serem um pouco árduos, mas está sendo muito bom. A gente está levando também a importância e o nome da nossa escola, porque somos da zona rural, e isso é uma conquista para a gente. Nossa escola também tem vários prêmios por conta da nossa participação. É nosso último ano também, então está sendo muito legal para a gente, não só para nós, mas para a escola e para todo mundo e nossa expectativa é ganhar", garantiu. 

Inscrições para a I Corrida Azul Marinho começam nesta quinta-feira em Imperatriz

 

Evento promovido pela Guarda Municipal terá mil vagas, percursos de 3 km, 5 km e 10 km e arrecadação de itens para doação
Inscrições para a I Corrida Azul Marinho começam nesta quinta-feira em Imperatriz

 I Corrida Azul Marinho terá mil vagas e três opções de percurso. Inscrições serão realizadas presencialmente no estacionamento ao lado da prefeitura. (Foto: João Rodrigues)

Começam nesta quinta-feira (17) as inscrições para a I Corrida Azul Marinho. Promovida pela Guarda Municipal de Imperatriz (GMI), a corrida será realizada no dia 15 de outubro, com concentração a partir das 6h, na Praça da Família, no bairro Bacuri. O evento será solidário e, ao todo, serão disponibilizadas mil vagas para os participantes.

As inscrições serão presenciais e individuais, realizadas nos dias 17 e 18 de setembro, das 8h às 18h, e no dia 19 de setembro, das 8h às 16h, no estacionamento ao lado da Prefeitura de Imperatriz. A idade mínima para participação é de 14 anos, desde que o participante esteja acompanhado pelo responsável.

Para participar, cada inscrito deverá entregar um Kit Solidário obrigatório, composto por um pacote de fraldas geriátricas, com no mínimo sete unidades, e um produto de limpeza, que poderá ser: um desinfetante de 1 litro, um sabão líquido de 1 litro ou dois detergentes de 500 ml cada. 

Segundo o comandante da GMI, Lucas Wallaces, a iniciativa foi pensada para aproximar ainda mais a instituição da população. “A I Corrida Azul Marinho foi pensada para aproximar ainda mais a Guarda Municipal da população de Imperatriz. As Guardas Municipais vêm crescendo e ganhando cada vez mais espaço na segurança pública em todo o Brasil, e a GMI também vive esse momento de crescimento e fortalecimento”.

O comandante explica que o evento também celebra o Dia Nacional da Guarda Municipal, comemorado em 10 de outubro. O azul-marinho representa a identidade das corporações e dá nome à corrida. “Além do esporte e da integração, a corrida tem um objetivo solidário. A inscrição tem um valor acessível e também será uma forma de ajudar quem precisa”, ressaltou.

Percursos e premiação

Os participantes poderão escolher entre os percursos de 3 km, 5 km e 10 km. Cada corredor inscrito receberá uma bag oficial da corrida, camisa e número de peito. Nas provas de 5 km e 10 km, a premiação geral contemplará os cinco primeiros colocados das categorias masculina e feminina, com troféus e premiação em dinheiro. Também haverá troféus para os vencedores por faixa etária, nas categorias masculina e feminina, nas provas de 5 km e 10 km.

Além de incentivar a prática esportiva e promover a integração entre a Guarda Municipal e a comunidade, a corrida terá caráter solidário, com os itens arrecadados destinados a ações de apoio à população.

 

Procon de Imperatriz intensifica fiscalização em postos de combustíveis

 

Ação identificou gasolina fora das especificações e resultou na interdição de uma bomba de combustível no bairro Vila Lobão
Procon de Imperatriz intensifica fiscalização em postos de combustíveis

 Bomba interditada foi em um posto na Vila Lobão. (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Imperatriz, por meio do Procon Municipal, intensificou as ações de fiscalização em postos de combustíveis do município. O trabalho tem como objetivo verificar a qualidade dos produtos comercializados e assegurar que os consumidores recebam combustível dentro dos padrões estabelecidos pelos órgãos reguladores.

Na tarde de segunda-feira (14), durante mais uma fiscalização de rotina, a equipe do Procon identificou gasolina comum fora das especificações estabelecidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e pelas normas vigentes. A irregularidade foi constatada em um posto localizado no bairro Vila Lobão, onde uma bomba de combustível foi interditada.

De acordo com a diretora do Procon-Imperatriz, Socorro Lima, o produto analisado apresentou teor de álcool superior ao permitido, ultrapassando 36%. Segundo ela, a comercialização de combustível fora dos padrões pode causar prejuízos ao consumidor, afetando o desempenho e a autonomia dos veículos.

“Isso gera um impacto negativo na vida do consumidor, sendo uma lesão grave aos consumidores, pois a autonomia do veículo não é a mesma. É muito álcool que evapora rápido em detrimento da necessidade do número correto de gasolina”, explica.

A diretora também alerta para possíveis consequências mecânicas decorrentes do uso de combustível fora das especificações. “Além disso, a especificação fora do padrão pode acarretar danos para os carros, porque pode haver o desgaste prematuro das peças”, destaca.

Durante a fiscalização, os agentes também verificaram a existência de bombas de combustível desreguladas, prática popularmente conhecida como “bomba baixa”, quando o equipamento fornece ao consumidor um volume menor de combustível do que o registrado no visor.

"Uma bomba desregulada é aquela que fornece uma quantidade de combustível diferente da indicada no visor, ou seja, o consumidor paga por 20 litros, mas recebe apenas 19 litros, por exemplo", esclarece a diretora. 

Para se proteger, o consumidor pode solicitar ao estabelecimento o teste de vazão da bomba, procedimento que permite verificar se a quantidade de combustível fornecida corresponde ao volume indicado no equipamento. Também é importante observar se o lacre de segurança do Inmetro está intacto.

O Procon reforça que as fiscalizações fazem parte da rotina do órgão e continuarão sendo realizadas em diferentes estabelecimentos do município. A medida busca coibir práticas irregulares e garantir que os direitos dos consumidores sejam respeitados. Em caso de suspeita de irregularidades, o consumidor pode procurar o Procon-Imperatriz, localizado no 1º piso do Imperial Shopping, para registrar uma reclamação ou denúncia.

Dino pede vista e adia decisão do STF sobre investigação de Alexandre de Moraes

 

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, interrompeu a sessão desta terça-feira (15) sobre o relatório da Polícia Federal que apontou o ministro Alexandre de Moraes como interlocutor do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, após pedido de vista do ministro Flávio Dino.

A sessão foi suspensa sem a decisão a respeito de uma questão de ordem do ministro Gilmar Mendes, que pediu para adiar o julgamento e votar o caso junto ao processo que investiga supostas irregularidades por parte de André Mendonça, no dia 23.

No resultado temporário proclamado por Fachin, o placar ficou em 4 a 3 para que os casos não sejam julgados juntos. Isso porque Fachin não computou o voto de Dino, que disse votar para que tudo seja julgado simultaneamente, mas que pediu vista –suspensão por 90 dias– da sessão.

Votaram contra a questão de ordem Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Já Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram a favor do pedido de Gilmar.

A medida sugerida por Gilmar foi defendida pela ala pró-Moraes do Supremo, com Gilmar e Dino protagonizando debates acalorados dentro do plenário. A sessão retornou por volta das 15h30.

Pelas regras atuais do Supremo, o pedido de vista pode suspender a conclusão do julgamento por até 90 dias corridos. Encerrado esse prazo, o processo fica automaticamente liberado para ter sua análise retomada em plenário, mesmo que o ministro que pediu mais tempo ainda não tenha apresentado seu voto. A contagem começa a partir da publicação da ata da sessão em que houve a interrupção. Assim, a tendência é de que o julgamento só possa ser retomado em dezembro deste ano, para quando está previsto o recesso do Judiciário, a partir do dia 20. O caso pode ser retomado antes do prazo máximo caso Dino libere o processo antecipadamente.

Antes do pedido de vista de Dino, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques se declararam suspeitos para votar. A sessão terminou com placar de 4 a 3 pela análise separada dos relatórios envolvendo Moraes e Mendonça.

O pedido de Dino veio após um bate-boca entre os ministros. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a palavra para negar que tenha relacionamento de proximidade com Vorcaro. Afirmou que só se encontrou uma vez com Vorcaro e disse que não tem amizade com banqueiro.

André Menconça pediu a palavra para rebater Gonet, mas Gilmar Mendes interrompeu o início da fala e afirmou:

– É impressionante, senhor presidente, que uma pessoa da estatura do senhor Paulo Gonet sofra esse tipo de ilação. Isso, sim, é leviandade. Um sujeito investido de um sentimento policialesco junto com os seus delegados. É impressionante a desfaçatez desse sujeito.

– A desfaçatez de vossa excelência! Me respeite, me respeite. Isso aqui não é brincadeira! – gritou André Mendonça.

– Pode chorar, pode chorar – afirmou Gilmar Mendes.

– Não estou chorando não. Aqui não tem choro não. Respeite! – seguiu Mendonça.

Dino então assumiu a palavra, pediu vista e rebateu todos dizendo que precisa interromper o debate acalorado:

– Eu tenho que interromper esta situação. Porque nós temos uma questão de ordem. Nós não temos condições de deliberar. O clima é daí para pior, e a sociedade está assistindo a algo diferente do rito que a lei manda.

Uma das questões levantadas por Dino é que o relatório sobre Moraes foi feito a pedido de Mendonça, então relator do caso Master. No entanto, Fachin afastou o colega da investigação, tomando-a para si. Segundo Dino, essa não seria uma prerrogativa do presidente do Supremo.

“Houve um sacrifício dos ritos, sacrifício das formas, sacrifício do devido processo legal. Se você não tem rito, você tem dois pesos e duas medidas, que é a negação da Justiça”, argumentou Dino.

Em seu voto, Moraes afirmou que os relatórios referentes a ele e a Mendonça se sobrepõem. “Não há razão para que a instrução e o julgamento não sejam conjuntos. As delegações são bases fáticas e probatórias comuns, se sobrepõem, porque uma anula a outra, uma afasta a outra”, destacou o magistrado, que é ele próprio assunto do julgamento.

A proposta de adiar a sessão já havia sido aventada por Gilmar na última semana. Em ofício enviado a Fachin na última sexta (11), o decano da corte sugeriu que os dois relatórios fossem julgados juntos em uma data futura. Na ocasião, ele disse não ter certeza de que o tema estava pronto para ser julgado.

Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques não participaram da votação. Embora tenha permanecido no plenário durante o julgamento, Toffoli se declarou suspeito e já havia se afastado dos casos relacionados ao Master em março, após vir a público ligações de seus familiares a um fundo de investimentos do banco.

Já Kassio se declarou impedido e deixou o tribunal. O ministro, que também é presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), destacou não se sentir confortável de participar do caso.

“Eu tenho uma missão que me foi conferida pela Constituição brasileira e que, para mim, sem absolutamente nenhum menoscabo da relevância desse julgamento ou do caso Master, eu entendo que essa missão é mais importante que é assegurar o equilíbrio nas eleições de 2026”, declarou o magistrado antes de sair do plenário.

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