quinta-feira, 18 de julho de 2019

Cavalo de Aço também tem os seus torcedores "modinha" como todos os clubes brasileiros


Reprodução/torcida do Cavalo de Aço
É verdade, que o Cavalo de Aço tem aqueles torcedores, que faça chuva ou faça Sol, eles estarão nas arquibancadas do Frei Epifânio, porém, também temos aqueles torcedores modinha, aqueles que só vão nas semifinais e finais, ou seja nos grandes jogos, ou se a diretoria faça uma promoção nos ingressos, verdadeiros torcedores modinhas. 

O Imperatriz vem sofrendo muito na atual Série C, pois mesmo o time indo muito bem, sente a falta do seu torcedor que sempre ajudo o mais querido. Por tudo isto, fica muito difícil manter um time, que todo mês custa em torno de R$ 200 mil sem a ajuda do seu torcedor. 

Sampaio anuncia mais dois reforços para a Série C

Foto: Akira Onuma/O Liberal
O Sampaio anunciou a contratação do meia Ricardo Capanema, de 34 anos para o restante do Campeonato Brasileiro Série C.
Indicado pelo técnico Joção Brigatti, Capanema estava disputando à Série D pelo Bragantino-PA.
Além do Bragantino-PA, o meia já atuou em outras equipes paraenses como a Tuna Luso, Parauapebas, Paysandu, Cametá, Ananindeua e Castanhal.
Outro reforço do Sampaio para a Série C é o atacante Kauê que foi emprestado pelo Palmeiras.
O Sampaio é o segundo colocado no grupo A da Série C com 21 pontos e pode assumir a liderança caso vença o Santa Cruz, nesta quinta-feira (18), às 20h, no Estádio Castelão, em São Luís.
Zeca Soares 

Alema nomeia comissão de deputados para atuar durante o período de recesso parlamentar

O diretor-geral da Mesa Diretora, Bráulio Martins, informou que uma das funções da Comissão de Recesso é analisar casos inadiáveis
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), deputado Othelino Neto (PCdoB), nomeou a Comissão de Representação Interna, formada por cinco deputados, para atuar durante o recesso parlamentar, que vai do dia 18 de julho a 1º de agosto de 2019.
O Plenário aprovou as indicações em votação na sessão de segunda-feira (15) e dela fazem parte os deputados Neto Evangelista (DEM), Ricardo Rios (PDT), Wendell Lages (PMN), Dra. Helena Duailibe (SD) e Wellington do Curso (PSDB).
“O recesso parlamentar é um momento onde nós apenas suspendemos as sessões ordinárias. Os deputados voltam para suas bases. E, neste período, ficam se dedicando a outra parte importante da atividade parlamentar, que é a visita às bases. Esse contato é essencial para que nós possamos exercer com mais eficiência os mandatos conferidos pelo povo do Maranhão. Dou essa explicação para que fique claro que a atividade parlamentar continua”, explicou o presidente da Casa.
O diretor-geral da Mesa Diretora, Bráulio Martins, informou que uma das funções da Comissão de Recesso é analisar casos inadiáveis, a exemplo da prorrogação de licenças, como determina o Regimento Interno da Casa.

Número de venezuelanos nas ruas de São Luís preocupa autoridades


Alguns venezuelanos não preferem emprego, nem viver em abrigos do governo. Foto: O Imparcial

Nos últimos dias, foi possível observar o aumento do número de refugiados da Venezuela nos semáforos da capital São Luís. Na sua maioria, eles passaram a pedir esmola e muitos deles emprego. Os reflexos da crise da Venezuela começam a preocupar autoridades e a população da capital maranhense.
O Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís estiveram reunidos, por meio da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP), Secretaria de Estado da Saúde (SES) e Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (SEMCAS) para manutenção do esforço conjunto na prestação de serviços de apoio aos refugiados venezuelanos que se encontram no Maranhão.
As autoridades responsáveis informam que um grupo de trabalho humanitário foi formado e já tomou medidas emergenciais no sentido de assegurar moradia, alimentação e assistência social aos venezuelanos e está articulando, ainda, assistência em saúde e educação, visto que no grupo constam crianças.
Alguns venezuelanos não preferem emprego, nem viver em abrigos do governo. São de tribos indígenas e preferem viver nos semáforos pedindo dinheiro. Foi o que constatou a Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, que afirmou que tem tentado ajudar as 69 famílias que já migraram para o Maranhão e já até ofertou um sítio na zona rural para que uma parte do grupo cultive frutas e verduras.

“Numa época de medo e ódio, o pensamento da direita encontra terreno fértil para crescer”, afirma Flávio Dino

Flávio Dino concedeu entrevista ao site The Intercept Brasil
Apesar de frequentemente ser apresentado como “comunista”, Flavio Dino, governador do Maranhão, está em uma batalha na direção oposta ao radicalismo. Ele quer o centro. Único governador eleito do PCdoB e visto como uma das lideranças mais promissoras da esquerda, Dino defende uma “união ampla” com o centro democrático como única maneira de enfrentar o autoritarismo de Jair Bolsonaro. Foi uma ampla coalizão – que juntou, no total, 16 partidos – que possibilitou que o ex-juiz federal se tornasse governador do Maranhão. A vitória de Flávio Dino nas eleições de 2014 colocou fim aos 56 anos da dinastia dos Sarney no Maranhão – e foi uma das poucas conquistas eleitorais da esquerda, que tem amargado sucessivas derrotas.

Mas Dino não rompeu com os oponentes. Pelo contrário: os tem chamado para conversar. Na final de junho, ele se reuniu com o ex-opositor José Sarney para discutir os rumos da democracia brasileira – encontro que também já fez com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula, que visitou na prisão. No comando do estado com o segundo pior IDH do Brasil, Flávio Dino aumentou o investimento estatal em segurança e educação e aumentou o piso salarial dos professores para R$ 5.750 – é mais do que o dobro do valor pago em São Paulo, estado mais rico do Brasil. Na contramão da crise econômica, o Maranhão também teve um crescimento do PIB de 9,7% em 2017 e, no ano passado, de 2,8% – acima da média nacional. Em 2018, Dino foi reeleito no primeiro turno com 59% dos votos válidos – mais ou menos o mesmo índice de aprovação de seu governo naquele ano.

Conversei com Flávio Dino no final de maio. Alto, corpulento e de voz forte, o governador me recebeu na sala de reuniões do Palácio dos Leões, no centro histórico de São Luís, sede do governo estadual. Em 1h10 de conversa, só tomou água e recusou o café. Embora a conversa tenha ocorrido dias antes das primeiras reportagens da série Vaza Jato, o governador e ex-juiz federal criticou duramente a atuação de Sergio Moro que, assim como ele, trocou a magistratura pela política. Dino foi juiz federal no Maranhão por 12 anos e chegou a presidir a Associação dos Juízes Federais do Brasil, a Ajufe, entre 2000 e 2002. Abriu mão da toga para se filiar ao PCdoB em 2006, mesmo ano em que se elegeu deputado federal.

Para o governador e ex-juiz, a operação Lava Jato se transformou em instrumento de luta política, responsável por danos econômicos – no caso da Petrobrás – e prisões injustas, como a de Lula. Ele crê que a legitimidade da atuação de Moro, que já era frágil, foi jogada por terra no momento em que ele aceitou ser ministro de Bolsonaro. “Tão absurdo que jamais esperava que isso fosse acontecer”, ele me disse. Mas Dino não considera a operação “totalmente errada. “Acho até que a maioria das sentenças da Lava Jato eu assinaria.”

Intercept – O senhor tem dito que a esquerda perdeu a batalha política da classe média, que por sua vez aceitou a pauta da corrupção como a fonte de todas as tragédias sociais e políticas brasileiras. Qual a saída para isso?

Flavio Dino – A corrupção de fato é um tema essencial, não há dúvida, portanto superá-la é importante para o Brasil. Porém, temos que fazer isso com autenticidade, com seriedade. Por isso mesmo, a corrupção não pode ser utilizada como arma de luta política e nem pode ser reduzida a determinados aspectos da vida brasileira, uma vez que as corrupções são variadas e a principal delas acabou sendo ocultada nos últimos anos, que é a corrupção da desigualdade social.

Nada corrompe mais o Brasil do que a desigualdade, a concentração de renda, poder e conhecimento nas mãos de poucas pessoas. Então, a esquerda não deve fugir do tema da corrupção. Esse tema é nosso, na verdade. Nós não podemos permitir que esse tema seja apropriado e ao mesmo tempo manipulado para ocultar outros problemas da sociedade brasileira. A principal saída é nós retomarmos essa bandeira, que nos pertence, na medida em que somos nós que defendemos a justiça social, que os recursos públicos sejam aplicados em favor da maioria do povo.

Por Silvia Tereza 

PDT suspende atividades partidárias de deputados que apoiaram reforma da Previdência

O partido decidiu também que até o fim do processo Gil Cutrim e os demais deputados ficarão suspensos de suas atividades partidárias.
O PDT decidiu nesta quarta-feira (17) abrir processo para decidir a punição aos oito deputados da sigla que contrariaram determinação partidária e votaram a favor da reforma da Previdência, entre eles, o deputado maranhense Gil Cutrim. O partido decidiu também que até o fim do processo os deputados ficarão suspensos de suas atividades partidárias.
De acordo com o presidente do PDT, Carlos Lupi, a suspensão significa que os parlamentares não poderão representar o partido nas direções estaduais e nacional, no Congresso, e também não poderão usar a legenda do PDT. O partido ainda vai decidir se eles poderão ocupar vagas em comissões na Câmara.
O processo para apurar a conduta dos deputados deve durar de 45 a 60 dias. Umas das punições possíveis é a expulsão do partido, mas os parlamentares também podem sofrer sanções mais brandas, como uma advertência.
Os deputados do PDT que foram temporariamente suspensos são: Alex Santana (BA); Flávio Nogueira (PI); Gil Cutrim (MA); Jesus Sérgio (AC); Marlon Santos (RS); Silvia Cristina (RO); Subtenente Gonzaga (MG); Tabata Amaral (SP).
“Como o processo não está esgotado, tem o segundo turno, e nós acreditamos que o ser humano é o único ser vivo capaz de evoluir, quem sabe alguns evoluem, ouçam o que está se fazendo de maldade com a base da sociedade que ganha até R$ 3 mil, R$ 2,5 mil, voltem atrás e voltem para o partido. É claro que a situação de qualquer um dos oito que voltar atrás nessa posição equivocada inicialmente será considerada como uma forte opção pelo partido”, afirmou o presidente do PDT.
Na segunda-feira (15), o PSB também decidiu abrir processo para definir a situação dos deputados da sigla que, contrariando determinação partidária, votaram a favor da reforma da Previdência.
Por Silvia Tereza 

JPesquisa mede avaliação de Jair Bolsonaro, Flávio Dino e Edivaldo Holanda Jr.

A pesquisa ouviu 1.001 eleitores entre os dias 1⁰ a 4 de julho de 2019 e tem margem de erro 3,10%
O JPesquisa, do Jornal Pequeno, divulgou, nesta quarta-feira (17), mais uma parte da pesquisa realizada em São Luís. Desta vez, o instituto mediu a aprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), do governador Flávio Dino (PCdoB) e do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).
O governo do presidente Jair Bolsonaro é desaprovado por 56% da população ludovicense. 39% aprovam o mandato do presidente que assumiu em janeiro deste ano. 4% não souberam ou não opinaram.
Enquanto Bolsonaro é desaprovado pela maioria da população de São Luís, o governador Flávio Dino é aprovado pela maioria dos ludovicenses. 55% dos entrevistados aprovam, contra 42% que desaprovam. 3% não sabem ou não opinaram.
A pesquisa também mediu como anda a relação da população com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior. O JPesquisa mostra que 56% dos entrevistados desaprovam a administração municipal, enquanto 42% aprovam e 2% não sabem ou não opinaram.
A pesquisa ouviu 1.001 eleitores entre os dias 1⁰ a 4 de julho de 2019 e tem margem de erro 3,10% para mais ou para menos.

http://omaiordomundobr.blogspot.com.br/2017/03/governo-do-maranhao-bolsa-escola.html