quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Nikolas Ferreira lidera Bloquinho do 22 em São Luís em ato de apoio a Flávio Bolsonaro

 

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) foi o principal nome do “Bloquinho do 22”, mobilização em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, realizada na noite desta quarta-feira (21), no Centro de São Luís. O ato reuniu apoiadores e lideranças políticas maranhenses na reta final da campanha presidencial, mas ocorreu sem a presença do presidenciável, que cumpriu agenda em Fortaleza, no Ceará.

A concentração aconteceu na Praça Maria Aragão, a partir das 18h. Em seguida, os participantes caminharam pela Avenida Beira-Mar, levando bandeiras e manifestações de apoio ao candidato do PL, que disputa o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Lideranças maranhenses participam da mobilização

Com a participação dos deputados federais Mariana Carvalho e Aldir Júnior, do PL, o evento contou com a participação do senador eleito Lahesio Bonfim (Novo-MA) e de outras lideranças políticas. Também foram anunciadas as presenças dos deputados federais Aluísio Mendes (Republicanos), Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e Júnior Lourenço (MDB), além dos vereadores Marquinhos (União Brasil) e Flávia Berthier (PL).

A mobilização buscou reforçar o apoio a Flávio Bolsonaro no Maranhão nos últimos dias da campanha presidencial, em uma disputa marcada pela tentativa dos dois candidatos de ampliar sua força eleitoral na região Nordeste.

Discussão sobre faixa marca ato


Um dos episódios registrados durante a mobilização envolveu o ex-subprefeito de São Luís Fábio Henrique e três homens que exibiam uma faixa com pedido de intervenção americana.

Em gravação que circulou durante o evento, Fábio acusou o grupo de tentar se infiltrar na manifestação. Um dos participantes negou a acusação. Em outro registro, o ex-subprefeito voltou ao local e retirou o material.

“Porque aqui ninguém está pedindo intervenção, só esses três”, declarou Fábio Henrique no primeiro vídeo.

O episódio marcou a movimentação política da noite, que teve Nikolas Ferreira como principal figura pública presente no ato.

Mobilização ocorre após visita de Lula
O “Bloquinho do 22” aconteceu um dia depois da passagem de Lula por São Luís, onde o presidente participou de uma caminhada pelo Centro Histórico. As duas mobilizações ocorreram no contexto da disputa pelo voto maranhense na reta final do segundo turno.

A eleição presidencial está marcada para domingo (25), quando os eleitores escolherão entre Flávio Bolsonaro e Lula. No primeiro turno, segundo os números informados, Flávio obteve 47,03% dos votos, enquanto Lula alcançou 45,16%.

Com a proximidade da votação, os atos de campanha intensificam a movimentação de apoiadores e lideranças políticas em diferentes regiões do país.

Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% e Lula, 48,9% dos votos válidos

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21). A diferença de 2,2 pontos percentuais indica empate técnico, considerada a margem de erro de 2,5 pontos para mais ou para menos.

No cenário de votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula soma 46%. Os entrevistados que pretendem votar em branco ou anular representam 3,4%, e outros 2,6% não souberam ou preferiram não responder.

Em comparação com o levantamento de setembro, o senador manteve os mesmos 48% dos votos totais. O presidente, por sua vez, oscilou 2,5 pontos percentuais para baixo, passando de 48,5% para 46%.

A pesquisa entrevistou 1.500 eleitores em todo o Brasil entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08251/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

STF derruba alíquota maior de ICMS sobre energia no Maranhão


Isaías Rocha

O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucionais trechos de uma lei do Maranhão que estabeleciam alíquotas de ICMS sobre energia elétrica e serviços de comunicação superiores à aplicada às demais operações. A decisão foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7115, na sessão virtual encerrada em 19 de outubro.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) questionava a Lei estadual 7.799/2002. A redação dada à norma pela Lei 10.542/2016 estabeleceu alíquota de 27% de ICMS sobre serviços de comunicação e fornecimento residencial de energia elétrica com consumo mensal superior a 500 quilowatts-hora (kWh). Já a alíquota geral do imposto, aplicada às demais operações, foi elevada de 20% para 22% pela Lei 12.120/2023 e, posteriormente, para 23% pela Lei 12.426/2024.

Serviço essencial

O relator, ministro Nunes Marques, votou pela inconstitucionalidade da norma. Ele observou que o consumo elevado de energia elétrica não justifica a cobrança de uma alíquota maior, já que a Constituição Federal reconhece o caráter essencial desse serviço. O mesmo entendimento se aplica aos serviços de comunicação, que também são essenciais e não podem ser tributados com alíquotas superiores às das demais operações. Nesse ponto, no mérito da controvérsia, a decisão foi unânime.

Modulação dos efeitos

Para o relator, não haveria necessidade de modular os efeitos da decisão para evitar perdas de arrecadação, já compensadas com aumentos sucessivos da alíquota geral do ICMS.

O ministro Dias Toffoli divergiu e propôs a aplicação dos mesmos critérios estabelecidos pelo STF no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 714139, com repercussão geral (Tema 745). Naquele caso, o Tribunal definiu que a declaração de inconstitucionalidade da cobrança de alíquotas maiores de ICMS sobre energia elétrica e telecomunicações em Santa Catarina produziria efeitos a partir de 2024, ressalvadas as ações ajuizadas até 5 de fevereiro de 2021, data do início do julgamento do mérito.

Segundo Toffoli, os mesmos critérios foram adotados em outros 25 julgamentos semelhantes, inclusive em estados que aumentaram a alíquota geral do imposto para compensar perdas de arrecadação. Aplicar uma solução diferente, a seu ver, representaria tratamento desigual entre os estados.

Na prática, a aplicação desse entendimento ao Maranhão significa que a decisão afasta a cobrança de alíquotas superiores à geral a partir de 2024, preservando, em regra, as cobranças anteriores.

A proposta de modulação foi acolhida pela maioria. O ministro Flávio Dino estava impedido de participar do julgamento.

Alíquota geral

No mesmo julgamento, o STF também analisou a ADI 7635, apresentada pelo partido Solidariedade contra a Lei estadual 12.120/2023. A legenda alegava que a norma violava o princípio da seletividade tributária e questionava sua tramitação, já que a proposta foi apresentada, aprovada e sancionada no mesmo dia.

Por unanimidade, o Tribunal manteve a validade da lei. Segundo Nunes Marques, os estados têm autonomia para definir a alíquota geral do ICMS. O relator também destacou que a Constituição não estabelece prazo mínimo para a aprovação de projetos pelas assembleias legislativas, que podem definir seus próprios procedimentos, desde que respeitem as regras constitucionais.

Clique aqui para ler a certidão de julgamento
ADI 7115

Palver/votos válidos: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula, 49% no 2º turno

 

Fotos: Estadão Conteúdo

A quatro dias do segundo turno, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21). O levantamento aponta Flávio com 50% das intenções de voto, contra 48% de Lula. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro, Flávio manteve os mesmos 50%. Lula, por sua vez, passou de 49% para 48%, uma oscilação de um ponto percentual para baixo, dentro da margem de erro do levantamento.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e as pessoas que não pretendem votar, Flávio Bolsonaro registra aproximadamente 51% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com cerca de 49%.

O cálculo é feito a partir da soma dos percentuais atribuídos aos dois candidatos, que totalizam 98%. Com a exclusão dos demais votos e a redistribuição proporcional entre os concorrentes, Flávio chega a 51,02% e Lula, a 48,98%, valores arredondados para 51% e 49%, respectivamente.

Intenções de voto
De acordo com a pesquisa, os percentuais são os seguintes:

Flávio Bolsonaro (PL): 50%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48%
Branco, nulo ou não votaria: 1%
Indecisos: 0%

Apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro, a diferença entre os candidatos está dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. O resultado, portanto, não permite afirmar que um dos concorrentes tenha vantagem estatisticamente consolidada sobre o outro.

Metodologia
A pesquisa Palver entrevistou 5.000 eleitores entre domingo (18) e terça-feira (20) de outubro, por meio de questionário on-line. Os participantes foram recrutados por anúncios em redes sociais, e a amostragem é não probabilística.

O levantamento tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro máxima de 2,4 pontos percentuais. O instituto ressalta que a margem de erro se refere ao erro amostral e que os resultados de análises por grupos específicos podem apresentar maior incerteza.

Contratada pela própria Palver, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04612/2026.

Quaest/votos válidos: Flávio tem 50,56%; Lula, 49,44%

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45% das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na conversão para votos válidos, considerando apenas os percentuais atribuídos aos dois candidatos, Flávio tem 50,56%, enquanto Lula alcança 49,44%. A diferença é de 1,12 ponto percentual. Os números foram calculados a partir dos resultados arredondados divulgados, excluindo brancos, nulos, eleitores que não pretendem votar e indecisos.

Encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo, o levantamento aponta ainda que 9% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. Outros 2% estão indecisos.

Em relação à pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo, passando de 46% para 45%, enquanto Lula manteve os 44%. O percentual de brancos, nulos e eleitores que não vão votar permaneceu em 9%, e os indecisos passaram de 1% para 2%.

A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Cai para 6 o número de locais de votação que funcionarão em lugares diferentes no 2º turno no MA

 

Após realizar uma força-tarefa para reduzir os impactos das mudanças dos locais de votação no Maranhão para o segundo turno das Eleições 2026, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão informa que baixou de 13 para 6 os locais que funcionarão em lugares diferentes do 1º turno. 

O órgão, reforça, novamente, que São Luís, a capital, em nenhum momento teve mudança.

São 6 cidades que terão mudanças: Graça Aranha, Lima Campos, Rosário, Morros, São Mateus do Maranhão e Tutóia, cujas alterações estão listadas abaixo individualmente. 

A alteração destes locais de votação tem o objetivo de assegurar condições adequadas de funcionamento das seções eleitorais e garantir a eleitoras e eleitores o pleno exercício do direito ao voto.
Nos demais locais de votação do estado, os endereços permanecem os mesmos do 1º turno.

Importante ressaltar que este número, até o dia da eleição, pode variar para mais ou para menos, pois imprevistos que impeçam o funcionamento de seções eleitorais podem exigir mudanças emergenciais. 

Prefeito Fred Campos entrega novo CAPSi em Paço do Lumiar

 

A saúde pública de Paço do Lumiar ganhou mais um importante reforço. O prefeito Fred Campos inaugurou o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), localizado na Avenida 14 do Maiobão. O novo equipamento amplia a rede de atendimento especializado em saúde mental, garantindo mais assistência, acolhimento e qualidade de vida para crianças, adolescentes e suas famílias.

Preparada para oferecer um atendimento humanizado, a unidade dispõe de ambientes climatizados, brinquedoteca, consultórios médicos, farmácia, fraldário, sala de descanso, banheiros adaptados, espaço para equipe multiprofissional e cozinha. Toda a estrutura foi organizada para proporcionar conforto, acessibilidade e condições adequadas ao acompanhamento terapêutico dos pacientes.

A entrega contou com a presença da primeira-dama e deputada estadual eleita Maedja Campos, da secretária municipal de Saúde, Ana Lúcia, da diretora do CAPSi, Rubenilda Teixeira, do juiz Douglas de Melo Martins, do promotor de Justiça Samaroy Batalha, além de vereadores, profissionais da saúde e moradores do município.

Para o prefeito Fred Campos, a inauguração representa uma conquista significativa, especialmente para as famílias que precisam de assistência especializada para seus filhos.

“Esse é um espaço que representa cuidado, acolhimento e respeito às nossas crianças e adolescentes. Sabemos que muitas famílias enfrentam desafios diários na busca por acompanhamento especializado, e estamos trabalhando para mudar essa realidade. Aqui, elas encontrarão uma estrutura completa, profissionais preparados e, acima de tudo, um atendimento humanizado. Nosso compromisso é cuidar das pessoas e garantir que Paço do Lumiar continue avançando na saúde”, destacou o prefeito.

Gerp: Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 47%

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, registra 47%.

A distância entre os candidatos é de seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro informada, de dois pontos para mais ou para menos, Flávio aparece à frente fora desse intervalo.

Na comparação com o levantamento anterior, o candidato do PL oscilou de 52% para 53%, enquanto Lula passou de 48% para 47%. Com isso, a diferença numérica passou de quatro para seis pontos percentuais.

O cálculo dos votos válidos considera apenas as intenções de voto nos candidatos, excluindo indecisos e eleitores que declaram voto em branco ou nulo.

O instituto Gerp entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre os dias 19 e 21 de outubro. O intervalo de confiança informado é de 95,55%. Realizado com recursos próprios, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03835/2026.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Standby




Reprodução/Rildo Amaral

Como o seu grande aliado político no Maranhão na atualidade, Eduardo Braide, vai ficar neutro neste segundo turno presidencial, o rumo escolhido pelo o prefeito de Imperatriz Rildo Amaral, é ficar no modo "zen político".

Rildo Amaral ficará meditando, calmo e na dele, sem comprar brigas, e isso é positivo, pois quem for o presidente eleito no próximo domingo (25), será ótimo para a cidade de Imperatriz, pois não haverá desgastes, nem com a esquerda ou a direita, e o diálogo político a partir de 2027 estará aberto em Brasília. 

O gestor de Imperatriz, é muito inteligente politicamente, e ele sabe que uma decisão de tomar partido agora para o Lula (PT), ou para o Flávio Bolsonaro (PL), seria entrar em uma brigas desnecessária.

Contas aprovadas




Reprodução/Sebastião Madeira

Já com parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), foi aprovada pela a Câmara Municipal de Imperatriz, as contas do ex prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira, do exercício financeiro de 2015.

Sebastião Torres Madeira nesta eleição de 2026, concorreu a uma vaga de deputado estadual, mas não conseguiu ser vitorioso no seu intento. A votação de Madeira foi de 27.670 votos, o equivalente a 0,71% dos votos válidos.

Madeira tendo as suas contas aprovadas, significa que tanto a Câmara Municipal, assim como o Tribunal de Contas do Estado, examinaram as finanças da prefeitura e comprovaram que o dinheiro público foi usado de forma legal, e com transparência. As contas do ex prefeito de 2013, 2014 e 2016 já estavam aprovadas.


Em cima do muro neste segundo turno




Reprodução/Eduardo Braide

Para muitos entendidos em política em nosso estado, é positivo a tomada de decisão do governador eleito Eduardo Braide (PSD) em ficar neutro, ou como se diz na política, ficar em cima do muro neste segundo turno da eleição presidencial, algo diferente do atual Carlos Brandão que já disse sim para Lula (PT).

Esta tomada de decisão definitiva, possibilita que o mesmo, sem tomar partido de Lula (PT), ou de Flávio Bolsonaro (PL) neste segundo turno, evita um desgaste bem maior - Braideque concentrou todas as suas energias para a sua vitória como governador no Maranhão, e ele conseguiu com maestria, ser vitorioso no primeiro turno, recebendo 54,02% (2.104.122 votos).

Com certeza, a tomada de decisão de Eduardo Braide, mesmo sendo um ato de coragem, significou evitar tomada de partido, na eleição presidencial, tem como significado, uma omissão, mas é o Braide que sabe aonde o sapato aperta.

PoderData/AYA: Flávio tem 52% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48%

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta segunda-feira (19), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL)com 52% dos votos válidos para o segundo turno. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%.

Esta é a quarta rodada testada pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Na pesquisa divulgada no último dia 16 de outubro, os candidatos apareciam empatados com 50% dos votos válidos.

Na ante-penúltima pesquisa, realizada no dia 8 de outubro, Flávio recebeu a preferência de 53% dos entrevistados, ante 47% que declararam votar em Lula.

Metodologia
A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 16 e 18 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02586/2026.

STF e Congresso articulam poupar Dino em possível onda de impeachments com Senado radicalizado, diz Folha

 

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e parlamentares articulam poupar o ministro Flávio Dino de uma eventual onda de impeachments a partir de 2027, quando o Senado terá uma composição majoritariamente bolsonarista.

Parlamentares do centrão e da direita têm afirmado a interlocutores do STF que o ministro Alexandre de Moraes é o alvo prioritário, e que Dino não estaria na mira neste momento. Moraes é alvo de suspeitas de envolvimento nos escândalos do Banco Master e liderou o processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por golpe de Estado.

Na corte, até mesmo ministros da ala oposta à de Dino sinalizaram ao Congresso que não há motivos para afastar Dino e que um magistrado não pode ser punido com base na mera discordância de votos ou decisões judiciais.

O Supremo deve deixar claras até o fim do ano diretrizes para evitar que o impeachment vire instrumento de intimidação do Poder Judiciário. Isso deve ocorrer no julgamento de uma liminar do ministro Gilmar Mendes.

O presidente do STF, Edson Fachin, sinalizou a auxiliares que vai incluir o caso na pauta do plenário ainda em 2026, para que essas normas sejam pacificadas em colegiado antes que os novos senadores tomem posse.

Liminar proferida em dezembro do ano passado prevê que a aprovação do impeachment pelo Senado exija dois terços dos votos, e não maioria simples, como constava na lei original. Além disso, impede que o mérito de decisões judiciais seja usado como argumento para denúncia de crime de responsabilidade.

Esse último ponto é considerado o “escudo” de Dino. Auxiliares dele e de Gilmar calculam maioria no plenário para referendar a liminar, mas admitem que pode haver reação no Congresso, como o destravamento do projeto de lei sobre o tema, hoje parado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Fachin também tem dito a interlocutores que, se o Senado iniciar um processo de impeachment contra ministro, caberá ao STF a palavra final sobre a regularidade do ato, o que pode gerar conflitos entre Judiciário e Legislativo e exigir do presidente da corte a busca por soluções institucionais.

Um grupo de parlamentares do centrão tem procurado ministros do STF nos bastidores para passar o recado de que um deles deve sofrer um impeachment na próxima legislatura, diante da maioria eleita com esse objetivo, e que por isso é melhor que o próprio tribunal se antecipe e adote alguma providência.

Nessas conversas, esses parlamentares buscam tranquilizar os ministros de que não haverá uma caça às bruxas. A avaliação interna desses políticos é de que, após o primeiro impeachment, os demais integrantes do STF vão adotar uma postura mais contida.

Em entrevista à Folha, por exemplo, a senadora eleita Bia Kicis (PL-DF) afirmou que Moraes é o primeiro na lista e que não se pode “desprezar que poderão vir outros”, mas que “se um for impichado, os outros vão se enquadrar”.

O deputado federal e senador eleito Domingos Sávio (PL-MG) diz que Moraes já é suspeito de ilícitos no caso Master, o que justificaria o impeachment, e que o mesmo não acontece com Dino. “No caso de outros ministros, a gente pode divergir de opinião ou dos votos dados, mas isso não é motivo para a cassação.”

Entre lideranças bolsonaristas mais moderadas, há outro ponto de cautela sobre Dino: ele é visto como um ativo político da esquerda, fazendo adversários temerem que o impeachment se torne no futuro plataforma para uma eventual campanha do ministro a um novo cargo eletivo.

Antes de chegar ao STF, Dino foi deputado federal, governador e senador por partidos de esquerda, como o PCdoB e o PSB. Quando se tornou ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Lula (PT), era citado entre círculos progressistas como um possível sucessor político do petista.

Sua indicação ao STF em 2023, inclusive, acalmou alas do PT que temiam um canibalismo da esquerda, diante da possibilidade de Dino acabar suplantando um futuro líder de esquerda dentro dos quadros do próprio partido.

Figuras proeminentes do PL entendem que, como não há nenhum indício de envolvimento de Dino no caso Master, um impeachment pode ser lido pela sociedade como uma retaliação, devido às decisões do ministro sobre falta de transparência e desvios nas emendas parlamentares.

A melhor esfera para se combater Dino, avalia esse grupo, é o próprio STF, caso Flávio Bolsonaro (PL) vença Lula no segundo turno. Isso porque, se eleito, ele poderá indicar pelo menos três nomes para o Supremo, o que isolaria a ala de Dino no tribunal.

Apesar de poupar Dino e outros ministros em um primeiro momento, parlamentares avaliam que eles poderão estar sob escrutínio em outra frente: em uma possível CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da “Lava-Toga”.

O deputado e senador eleito Marcel Van Hattem (Novo-RS) pretende coletar as assinaturas para apresentar um novo pedido de instauração da comissão. A CPI foi barrada na Câmara e no Senado em legislaturas anteriores, mas a direita entende que terá maioria para isso em 2027.

Como mostrou a Folha, após a eleição de uma forte bancada conservadora no Congresso e em especial no Senado, ministros do STF veem risco concreto de impeachment de integrantes da corte já no primeiro semestre do próximo ano.

Dois magistrados avaliam que será preciso buscar algum tipo de interlocução com parlamentares mais “moderados” do PL, que não necessariamente encampem o radicalismo de direita pelo qual o partido de Flávio Bolsonaro é conhecido.

O Senado, cujo presidente é o responsável por dar ou não andamento a processos de impeachment contra ministros do Supremo, terá ao menos 49 parlamentares que defendem o afastamento de magistrados do tribunal. A abertura de um procedimento dessa natureza exige 54 votos.

Um dos momentos decisivos é esperado para fevereiro, quando o Congresso iniciará os trabalhos sob nova composição e elegerá a mesa diretora do Senado. A definição dos dirigentes da Casa é considerada crucial para que ministros tracem estratégias para evitar ou retardar esse tipo de procedimento. (Folha de São Paulo)


Braide confirma neutralidade no segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: “Cada maranhense possa escolher”

 

O governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), confirmou que não pretende declarar apoio a nenhum dos candidatos à Presidência da República no segundo turno, disputado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Em entrevista ao perfil Notícias Maranhenses, publicada nesta segunda-feira (19), Braide afirmou que recebeu votos de eleitores de diferentes campos  políticos durante a disputa estadual e defendeu que cada maranhense tenha liberdade para escolher o candidato que considerar mais representativo.

“Eu tive votos de todos os lados, então eu vou manter a coerência no sentido de que cada maranhense possa escolher aquele candidato a presidente que melhor o represente”, declarou.

Braide também ressaltou que pretende manter uma relação institucional com o próximo presidente da República, independentemente de quem vença a eleição. Segundo ele, o diálogo com o futuro ocupante do Palácio do Planalto será fundamental para garantir que o Maranhão não seja prejudicado.

“Como governador eleito, eu terei a obrigação de me dar bem e me relacionar bem com qualquer presidente para não prejudicar o Maranhão. E é isso que a gente vai fazer”, concluiu.

Com a posição, Braide reafirma que não pretende vincular seu posicionamento à disputa presidencial neste segundo turno e destaca a prioridade de manter o diálogo institucional com o governo federal em defesa dos interesses do Maranhão.


John Cutrim

http://omaiordomundobr.blogspot.com.br/2017/03/governo-do-maranhao-bolsa-escola.html