sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Prefeitura amplia iluminação pública em LED no município com programa Brilha Imperatriz

 

Programa já elevou de 10% para 40% a participação da iluminação em LED na cidade e prevê a substituição de mais de 10 mil luminárias
Prefeitura amplia iluminação pública em LED no município com programa Brilha Imperatriz

 Brilha Imperatriz já ampliou iluminação em led para 40% no município. (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Superintendência de Iluminação Pública, avança na iluminação pública com o programa Brilha Imperatriz, iniciativa que promove a modernização da iluminação pública da cidade com a substituição de luminárias convencionais por equipamentos de LED. Ao todo, mais de 50 quilômetros de vias serão contemplados pelo programa.

Segundo a Superintendência, a iluminação em LED já está presente em cerca de 40% da cidade. Antes do início do programa, esse percentual era de aproximadamente 10%. A meta é ampliar gradativamente a cobertura e levar a nova tecnologia para todas as regiões de Imperatriz.

O programa prevê a substituição de mais de 10 mil luminárias. As equipes realizam levantamentos para identificar as vias que apresentam maior necessidade e, a partir desse diagnóstico, definem as áreas que recebem as intervenções. “Na Avenida Bayma Júnior trocamos toda a iluminação por LED, acabando com toda a escuridão e trazendo mais segurança para todos que transitam pela avenida”, destaca o prefeito Rildo Amaral.

De acordo com o superintendente de Iluminação Pública, Diegu Ferrari, o trabalho teve início pela Vila Mariana e vem sendo ampliado para diferentes regiões da cidade. “O programa começou pela Vila Mariana e já estamos fazendo várias ruas de Imperatriz. Nós fazemos o levantamento das ruas com maior necessidade e já realizamos essa troca. Logo todas as ruas serão contempladas”, explica.

Além de contribuir para a segurança e o bem-estar da população, a substituição das luminárias também representa ganhos de eficiência. Os equipamentos de LED proporcionam maior capacidade de iluminação, melhor aproveitamento energético e redução do consumo de energia, além de contribuírem para a sustentabilidade ambiental.

“Melhora segurança, bem-estar. Queremos fazer de Imperatriz a cidade mais iluminada do país. A troca por LED é por motivos técnicos também, pois o LED ilumina muito mais, a eficiência energética é maior, temos também economia e ajuda ao meio ambiente”, ressalta Diegu.

Entre as localidades que já receberam iluminação 100% em LED estão Parque Imperial, Sebastião Régis, Itamar Guará, Jardim das Oliveiras, Caema, Vila Leandra, Povoado Petrolina, Vila Fiquene, Vilinha, Conjunto Vitória, Habitar Brasil, Colinas Parque, Jardim Tropical, Vila Mariana, Recanto Universitário, Santa Rita, Planalto, Residencial Santa Clara, Vila Chico do Rádio, Vila Conceição I e Vila Conceição II. A Prefeitura segue com o cronograma de substituição das luminárias, priorizando áreas identificadas pela Superintendência de Iluminação Pública e ampliando gradativamente a cobertura do LED em Imperatriz.

Mais de 130 mil pessoas aproveitaram o veraneio nas praias de Imperatriz em 2026

 

Com atuação integrada das forças de segurança e programação diversificada, temporada levou lazer e esporte às praias do Cacau e do Meio
Mais de 130 mil pessoas aproveitaram o veraneio nas praias de Imperatriz em 2026

 Público prestigiou as serestas realizadas durante o veraneio 2026, que levaram música e entretenimento à Praia do Cacau ao longo da temporada. (Foto: Matheus Castro)

A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil, encerra neste domingo (13) o período de veraneio 2026 nas praias do Cacau e do Meio, no Rio Tocantins. Iniciada em 1º de julho, a temporada recebeu mais de 130 mil visitantes e contou com ações de segurança, atividades culturais e esportivas e serviços de apoio para moradores e turistas.

Seguindo a recomendação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o período oficial de praias na região termina neste fim de semana. Durante os meses de veraneio, diferentes órgãos e secretarias municipais atuaram de forma integrada para garantir organização, segurança e melhores condições de atendimento ao público.

A preparação das praias incluiu serviços de drenagem e nivelamento, além da montagem de 46 barracas e de estruturas como iluminação pública, banheiros, abertura de vias e sinalização das áreas destinadas ao banho.

O superintendente de Proteção e Defesa Civil, Evandro Abreu, destacou o trabalho realizado antes e durante a temporada. “Começamos o período de veraneio com toda uma preparação da área, desde a drenagem e o nivelamento da praia até a montagem das barracas e da estrutura de apoio. Tivemos um trabalho conjunto, buscando oferecer mais segurança e comodidade para quem esteve nas praias”.

Segurança

A segurança dos banhistas contou com 22 guarda-vidas, que, no total, realizaram 18 atendimentos nas praias do Cacau e do Meio. Em 2025, foram registrados 16 atendimentos de afogamento. O trabalho também envolveu a atuação integrada da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Guarda Municipal. Durante o período, as equipes orientaram barqueiros, barraqueiros e visitantes sobre o uso correto dos equipamentos de segurança e os cuidados necessários durante a permanência nas praias.

O planejamento e o monitoramento das áreas também tiveram a participação de diferentes secretarias municipais, entre elas a Secretaria Municipal de Segurança Pública Integrada, Secretaria de Saúde, Vigilância Sanitária, Secretaria da Mulher e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com ações relacionadas à organização e ao atendimento dos barraqueiros e banhistas.

Cultura e esporte

A programação cultural integrou as atividades do veraneio durante os meses de temporada. As quintas-feiras foram marcadas pelas tradicionais serestas, enquanto os fins de semana receberam shows de artistas locais e nacionais.

Os Jogos de Verão também fizeram parte da programação de 2026. Promovidos pela Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, os campeonatos de beach soccer e futebol levaram competições esportivas para as praias e reuniram atletas e frequentadores durante a temporada.

Balanço da temporada

Para Evandro Abreu, o trabalho realizado ao longo dos meses serve como referência para a organização do próximo veraneio. “Para 2027, a expectativa é que possamos repetir todo esse trabalho e aprimorar ainda mais a estrutura, a segurança e a programação, oferecendo mais atrações e comodidade para os imperatrizenses e turistas que visitam o nosso caudaloso Rio Tocantins”.

A programação de encerramento segue nesta sexta-feira (11), na Praia do Cacau, com a tradicional seresta. A partir das 20h, o público poderá acompanhar o show de Mariozan Rocha, uma das últimas atrações da temporada, que se encerra oficialmente no domingo (13).

Flávio Bolsonaro é investigado no STF em inquérito determinado por Mendonça sobre financiamento do filme ‘Dark Horse’

 

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou um inquérito para investigar a atuação do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação apura os supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. A apuração sobre o filme era conhecida, mas o foco na participação de Flávio veio à tona com a queda do sigilo do caso Master. O presidenciável nega irregularidades e diz que todos os recursos do filme foram privados.

A decisão foi tomada em julho e veio à tona agora após o STF tornar pública a documentação do caso. O despacho de Mendonça está disponível porque foi incluído no inquérito principal do caso Master, mas a investigação focada em Flávio segue sob sigilo, o que significa que ainda há diligências da PF em curso.

Mensagens reveladas pelo portal ‘Intercept Brasil’ mostram que Flávio pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro R$ 131 milhões para a produção da obra, dos quais R$ 60 milhões foram pagos, de acordo com planilhas apreendidas pela PF.

A investigação sobre Flávio foi pedida pela Polícia Federal (PF) e teve o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR)

“A Polícia Federal requer a instauração de PET sigilosa em apartado, vinculada ao INQ 5026, para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos, que teriam sido praticados, em tese, pelo Senador da República Flávio Nantes Bolsonaro, no contexto de financiamento para a produção de obra cinematográfica denominada Dark Horse junto ao Banco Master do banqueiro Daniel Bueno Vorcaro (…) Autorizo, nos termos do artigo 21, inciso XV, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, a instauração de procedimento investigatório vinculado ao INQ 5026 para apuração da hipótese criminal delineada pela autoridade policial”, escreveu Mendonça.

Flávio vem negando qualquer participação em possíveis irregularidades envolvendo o filme, tom que voltou a adotar na quinta-feira, em agenda de campanha em Roraima.

— Não há um centavo de dinheiro público. Pode revirar do avesso — disse Flávio.

A prestação de contas completa do filme nunca foi apresentadas. A produtora responsável apresentou à Justiça os gastos, mas ainda são desconhecidos os detalhes do financiamento, feito por meio do fundo Heavengate, sediado nos Estados Unidos.

Entenda o caso Dark Horse

Há no STF apurações distintas sobre o financiamento ao filme. Sob a relatoria de Mendonça está o desdobramento do caso Master, que começou após a revelação de conversas em que Flávio cobra repasses de Vorcaro.

Essa linha de investigação mira o financiamento e analisa se o dinheiro de Vorcaro, envolvido em fraudes milionárias com o Master, foi encaminhado para a produtora do filme, via um fundo sediado nos Estados Unidos. Há ainda a suspeita de que as verbas tenham bancado gastos no exterior do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos.

Nesta semana, Mendonça homologou a delação premiada do operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro. O empresário é dono da Entre Investimentos e Participações, usada para repasses de dinheiro entre o banqueiro Daniel Vorcaro e a produção de “Dark Horse”.

Como mostrou a colunista Malu Gaspar, do GLOBO, ‘Mineiro’ confirmou à PGR ter realizado ao longo do ano passado sete transferências bancárias para o fundo Havengate que totalizam US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões no câmbio da época) a pedido de Vorcaro.

Há ainda um outro braço da investigação sobre o ‘Dark Horse’ envolvendo o suposto repasse irregular de emendas parlamentares. Na quinta-feira, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou uma operação que mirou o deputado Mário Frias (PL-SP) e a empresária Karina Gama, da produtora Go Up, responsável pelo filme.

Frias destinou R$ 2 milhões em emendas em 2024 ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina. Os valores foram pagos em fevereiro e outubro de 2025. A suspeita da Polícia Federal é que as emendas, após passar por um circuito de empresas, tenham sido usadas na produção do filme.

A PF afirma que este inquérito aponta a existência de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar as verbas recebidas para empresas subcontratadas de forma irregular, “sem comprovação efetiva dos serviços prestados”. O suposto esquema teria ficado em vigor até julho deste ano. A Polícia Federal apura os supostos crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

“Levantamentos financeiros identificaram, ainda, movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado”, escreveu a PF em nota.

Vorcaro usava login de servidor do MPF do Maranhão para acessar processos sigilosos, aponta PF

 

A análise das conversas entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, mostra o uso recorrente de dados de servidores do Ministério Público Federal (MPF) para acessar processos sigilosos contra desafetos do banqueiro. As informações constam de relatórios da Polícia Federal (PF) encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF), e fazem parte dos Conforme o GLOBO mostrou, “a turma” de Vorcaro, grupo do qual faziam parte o “Sicário” e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, monitorava e intimidava pessoas que consideravam desafetos — a lista de ameaçados ia de chef de cozinha e barqueiro até gestor de fundo de investimento que denunciou irregularidades do Master. E uma das táticas de monitoramento era o acesso a dados sigilosos de processos judiciais e investigações policiais desses desafetos, o que muitas vezes era feito usando o login de Alina Franco Boueres de Araújo, uma servidora do MPF lotada na procuradoria da República do Maranhão, ou de Daniel Souza Iost, do MPF do Rio Grande do Sul.

A PF apontou que é necessário aprofundar as investigações para averiguar se a servidora havia passado seus dados para os aliados de Vorcaro voluntariamente, ou se sua conta profissional havia sido invadida por hackers. O GLOBO procurou o MPF do Maranhão e do Rio Grande do Sul e aguarda posicionamento.

Segundo os investigadores, “documentos compartilhados por Mourão foram gerados pela usuária Alina Boueres, sendo relevante observar que há recorrência na utilização de seu usuário para consulta de processos, inclusive sigilosos, no âmbito do Ministério Público Federal”. Com o login dela, foram acessados procedimentos em diversos estados e sobre diversas pessoas, incluindo investigações sobre o próprio Vorcaro, sobre os empresários Nelson Tanure e Maurício Quadrado, e sobre o gestor Vladimir Joelsas Timmerman, fundador da Esh Capital, que fez diversas denúncias públicas contra o banqueiro.

O uso do login dessa servidora era recorrente, aponta a PF. Em julho de 2024, por exemplo, surgiram notícias sobre a demissão de dois funcionários da Caixa Econômica Federal após se posicionarem contra a aquisição de R$ 500 milhões em letras financeiras do Master. Vorcaro então acionou “a turma” para tentar remover notícias sobre o tema.

O caso, entretanto, acabou virando alvo de uma representação no MPF do Distrito Federal no dia 16 de julho. Apenas dois dias depois, a íntegra desse procedimento foi enviado por Mourão a Vorcaro.

“Mais uma vez, o documento encaminhado consiste em extrato processual gerado pela servidora Alina Boueres. Essa informação reforça a necessidade de averiguação, tendo em vista a possível circulação indevida de dados protegidos por sigilo. Assim, impõe-se esclarecer se a consulta foi realizada de forma regular, se o acesso foi ilegalmente obtido mediante invasão (“hackeado”) ou se houve franqueamento direto por parte da própria usuária”, ressalta a PF no relatório.

Já o login de Daniel Iost foi usado em julho de 2024, segundo documentos obtidos pelos investigadores, quando Mourão consulta investigações contra Vorcaro. Neste caso, porém, a PF aponta que há indícios de que o servidor tentou ocultar o registro de seu acesso — foram consultados 15 documentos, dos quais 11 eram sigilosos.

“Ao analisar o PDF, a equipe de investigação constatou que o servidor tentou ocultar sua identificação, aplicando um hachurado branco sobre o campo onde constavam seu nome e setor, de forma a simular a inexistência dessas informações. Contudo, os dados permaneceram no arquivo, sendo possível recuperá-los simplesmente selecionando, copiando e colando o trecho encoberto. Essa circunstância indica a intenção deliberada do servidor de ocultar sua identidade, possivelmente por ter ciência da irregularidade envolvida no compartilhamento de documento sigiloso”, afirmam os investigadores.

A conta de Daniel Iost foi usada também para consultar procedimentos sigilosos a respeito da compra do Master pelo Banco BRB.

“Verifica-se um padrão reiterado de obtenção e compartilhamento de documentos relacionados a Daniel Vorcaro, muitos deles de natureza reservada ou sensível, aos quais Mourão, em princípio, não teria acesso regular. A sucessão desses episódios indica possível utilização de meios indevidos para acesso a informações protegidas, com potencial comprometimento da legalidade, da integridade das investigações e do sigilo institucional, circunstâncias que reforçam a necessidade de apuração específica acerca da origem e da forma de obtenção desses documentos”, acrescentam os delegados. (O Globo)processos que tiveram o sigilo levantado nesta quinta-feira (10) após determinação do presidente Edson Fachin.


Mendonça diz que dados de celular de Vorcaro estão intocados e não atende Zanin

 

Relator do caso do Banco Master, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça não atendeu a um pedido feito por seu colega Cristiano Zanin nesta sexta-feira (11) para liberar o acesso integral ao conteúdo de um dos celulares de Daniel Vorcaro.

Mendonça afirmou que uma cópia de segurança dos dados extraídos do aparelho foi entregue, de forma voluntária pela corporação ao seu gabinete, mas que o material permanece lacrado e intocado. Já os dados originais, de acordo com o magistrado, estão sob custódia da PF em um depósito da instituição.

A resposta foi enviada ao presidente da corte, Edson Fachin, após Zanin pedir para que seja liberada a mídia do aparelho do ex-banqueiro que foi apreendido pela Polícia Federal em novembro de 2025. O ministro argumentou que o material está diretamente relacionado ao caso e que a decisão da presidência para a quebra de sigilo já abrange o conteúdo.

Zanin argumentou que ter acesso à mídia servirá para permitir a apreciação “necessária e completa” do julgamento que tem sessão marcada para a próxima terça (15), quando o plenário deve analisar o relatório da PF que aponta Alexandre de Moraes como interlocutor do ex-banqueiro.

O julgamento pode resultar na abertura de uma investigação contra o ministro ou na anulação do documento que mostra diálogos entre ele e Vorcaro, conforme pedido feito pela PGR, em 1º de setembro.

Também nesta sexta, Fachin pediu ao relator que retire, em até 24 horas, o sigilo de todos os documentos que integram as investigações sobre o caso Master na corte.

Ele atendeu a um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), assinado pelo vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand, e a solicitações de Zanin e de Alexandre de Moraes —que mantinha relações com Vorcaro.

Dark Horse: Fernando Sarney nega contato com produtora sobre delação

 

CNN Brasil

O empresário Fernando Sarney negou ter mantido contato com Karina Gama, dona da produtora responsável pelo filme Dark Horse, para tratar de uma eventual delação premiada.

“Não conheço a Sra. Karina Gama e jamais mantive contato com ela ou com qualquer outra pessoa sobre suposta delação premiada envolvendo a produção audiovisual ‘Dark Horse’”, afirmou.

Como mostrou o blog do Caio Junqueira, da CNN, a empresária Karina Ferreira da Gama relatou a aliados ter sofrido pressão para delatar o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL). Karina foi orientada a registrar os contatos que teve em cartório. No relato, ela diz que um dos que a procuraram foi Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney.

O empresário também classificou como “inverossímil” e “completamente absurda” a informação de que teria se apresentado como uma pessoa próxima ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Karina Gama é dona da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A empresa passou a ser alvo de diferentes frentes de investigação relacionadas ao financiamento e à prestação de contas da produção.

No último dia 4, a produtora entregou diretamente ao ministro André Mendonça cerca de 21 mil páginas de documentos relacionados ao filme. A defesa também informou à Polícia Federal que tinha interesse em colaborar com as investigações.

Juíza confirma que propagandas de Orleans com menções a Lula são legais

 

A juíza Manuella Viana dos Santos Faria Ribeiro, do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), confirmou a legalidade das peças da campanha de Orleans Brandão (MDB) que fazem referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em decisão de mérito, a magistrada julgou improcedente a representação que tentava impedir o candidato de utilizar menções e imagens do petista em sua propaganda eleitoral.

A decisão confirma o entendimento adotado pela magistrada no início de setembro, quando ela já havia indeferido pedido de tutela de urgência para suspender cinco peças veiculadas pela campanha de Orleans. Desta vez, após analisar as defesas e o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, a juíza concluiu definitivamente, em primeira instância, que as propagandas questionadas não apresentam as irregularidades apontadas na ação.

A representação foi ajuizada pela coligação Brasil Justo, Maranhão Grande, que alegava que Orleans estaria associando indevidamente Lula à sua candidatura, apesar de o presidente ocupar o posto de presidente de honra do PT, partido integrante da coligação adversária. Foram questionadas cinco peças, incluindo inserções nas quais Orleans afirma estar “do lado do povo, trabalhando junto com o presidente Lula”, além de uma sequência de fotografias em que os dois aparecem juntos.

Ao analisar o mérito, Manuella Ribeiro foi categórica ao afirmar que a tese central da representação “não encontra respaldo na legislação vigente”. Segundo ela, não existe, no primeiro turno, proibição geral à simples menção feita por um candidato a autoridades ou lideranças políticas. A restrição prevista na legislação sobre participação de filiados a partidos que apoiem candidatura adversária incide no segundo turno.

A magistrada também afastou a tese de que as propagandas criariam no eleitorado uma falsa percepção de apoio de Lula a Orleans.

“Aplicado esse critério ao material dos autos, a conclusão é inequívoca: nenhuma das cinco peças atribui ao Presidente da República apoio à candidatura representada”, afirmou.

Segundo a decisão, dizer que se está “do lado” de determinada liderança ou que se trabalha em cooperação com ela representa uma manifestação do próprio candidato e não significa afirmar que exista apoio recíproco. A juíza ressaltou ainda que as peças não apresentam Lula como integrante de chapa, não atribuem ao presidente pedido de voto e não utilizam recursos gráficos ou narrativos que simulem uma manifestação eleitoral do petista em favor de Orleans.

Em relação especificamente às quatro peças com referências verbais a Lula, a magistrada concluiu que não houve participação do presidente na propaganda. “Em nenhuma dessas peças há aparição, voz, depoimento, entrevista, gravação, pronunciamento ou qualquer manifestação diretamente atribuível ao Presidente da República”, registrou. Para ela, a expressão “trabalhando junto com o presidente Lula” é compatível com uma referência à cooperação administrativa ou institucional.

A decisão também considerou regular a quinta peça, na qual são exibidas fotografias de Orleans ao lado de Lula. A juíza destacou que as imagens são autênticas e retratam um encontro que efetivamente ocorreu, sem montagem, adulteração ou atribuição de qualquer declaração de apoio do presidente.

Segundo Manuella Ribeiro, embora a exploração eleitoral dessas fotografias possa produzir uma associação política favorável a Orleans, isso não é suficiente para configurar irregularidade. “A primeira circunstância pode produzir benefício político, mas não caracteriza, sem elemento adicional de artificialidade ou falsidade, indução ilícita do eleitorado a erro”, pontuou.

A Procuradoria Regional Eleitoral também havia se manifestado pela improcedência da representação. O órgão considerou que a legislação disciplina a participação ou aparição de terceiros na propaganda, mas não impede a mera menção feita pelo próprio candidato, além de entender que não houve fala, voz, depoimento ou manifestação atribuída a Lula.

Ao final, a juíza rejeitou os pedidos formulados pela coligação adversária e julgou a representação improcedente. Com isso, fica mantido o entendimento de que, nas cinco peças especificamente analisadas no processo, as referências e imagens de Lula utilizadas pela campanha de Orleans Brandão não configuraram propaganda eleitoral irregular.

TSE rejeita ação para barrar recursos e campanha de Roberto Rocha

 

O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou seguimento a uma tutela cautelar que buscava impedir o candidato ao Governo do Maranhão Roberto Rocha (PRTB) de acessar recursos públicos de campanha e de participar de atos de propaganda eleitoral enquanto não houver decisão definitiva sobre a validade de sua candidatura.

O pedido foi apresentado por Lariane Telles Mendonça, candidata a deputada federal pelo Maranhão, que também já impugnou a candidatura do ex-senador. Ela pretendia bloquear o acesso de Roberto Rocha a recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário, além de impedi-lo de participar do horário eleitoral gratuito, debates e demais atos de campanha.

A controvérsia está relacionada à filiação partidária de Roberto Rocha. A autora sustenta que, no sistema FILIA, o candidato aparece com filiação regular ao Novo, apesar de ter requerido o registro de candidatura ao governo pelo PRTB. Segundo ela, o reconhecimento retroativo da filiação ao PRTB teria sido baseado em documentos de natureza unilateral e, portanto, insuficientes para comprovar o vínculo partidário dentro do prazo legal.

Pedido semelhante já havia sido apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA). Em decisão de 28 de agosto, a Justiça Eleitoral maranhense negou a tutela de urgência por entender, em análise preliminar, que não havia fundamento suficiente para impedir Roberto Rocha de acessar recursos públicos e realizar atos de campanha antes do contraditório sobre a questão principal.

A autora recorreu dessa decisão por meio de agravo interno, protocolado em 1º de setembro e ainda pendente de julgamento pelo TRE-MA. Apenas três dias depois, apresentou a nova cautelar diretamente ao TSE.

Ao analisar o caso, Villas Bôas Cueva concluiu que não cabia ao Tribunal Superior intervir antes de esgotada a jurisdição do TRE-MA.

“A circunstância de a decisão proferida pelo Relator na origem ter sido desfavorável à requerente não autoriza a reiteração do pedido perante este Tribunal, tampouco a pendência de agravo interno torna cabível a intervenção imediata do TSE”, afirmou o ministro.

Segundo o relator, admitir a ação significaria promover “supressão de instância” e permitir o uso indevido de uma cautelar autônoma como substituta do recurso que já tramita no tribunal maranhense.

Villas Bôas Cueva ressaltou, contudo, que sua decisão não representa manifestação sobre o mérito da controvérsia envolvendo a filiação partidária de Roberto Rocha nem sobre o acerto da decisão tomada no Maranhão.

“Trata-se, tão somente, de reconhecer o não cabimento da intervenção prematura do Tribunal”, pontuou.

Com isso, o ministro negou seguimento à tutela cautelar e declarou prejudicado o pedido de liminar. Na prática, permanece sem efeito, neste momento, a tentativa de impedir Roberto Rocha de acessar recursos públicos de campanha ou de realizar atos de propaganda eleitoral, enquanto a discussão sobre sua candidatura continua tramitando na Justiça Eleitoral.

Flávio tem 45,4% contra 45% de Lula no 2º turno, diz pesquisa

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão tecnicamente empatados no segundo turno, segundo pesquisa Futura divulgada nesta sexta-feira, 11.

O levantamento aponta o parlamentar com 45,4% das intenções de voto, contra 45% do petista. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

1º turno

A pesquisa mostra o candidato do PT à frente do no 1º turno. Lula tem 39,2% das intenções de voto, contra 33,6% de Flávio.

A pesquisa Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores de todo o país, entre os dias 4 e 10 de setembro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02322/2026.

Rafael Brito reforça compromisso com o bem-estar da população e avança na melhoria do abastecimento de Timon

 

Timon está prestes a ganhar um importante reforço no sistema de abastecimento de água. Em fase final de obras, o novo reservatório, localizado no bairro São Benedito, em frente ao Hospital Alarico Pacheco, terá capacidade para armazenar 2,4 milhões de litros de água e recebeu investimento de aproximadamente R$ 5 milhões. A previsão é que a estrutura seja concluída em novembro de 2026.

Nesta quinta-feira (10), o prefeito Rafael Brito vistoriou pessoalmente o andamento da obra. A implantação do reservatório é resultado das cobranças e tratativas realizadas pelo município junto à concessionária Águas de Timon ao longo de 2025.

Para o prefeito, garantir serviços públicos que atendam às necessidades da população é uma prioridade da gestão.

“Nosso compromisso é cuidar das pessoas e buscar soluções concretas para melhorar a vida da população. O abastecimento de água é uma questão essencial para o bem-estar das famílias, e por isso temos cobrado, acompanhado e trabalhado para que investimentos como esse saiam do papel e cheguem a quem mais precisa”, afirmou Rafael Brito.

O equipamento vai reforçar a distribuição de água e beneficiar diretamente mais de 20 bairros, contribuindo para maior regularidade no fornecimento e mais qualidade de vida para milhares de famílias.

TRE-MA indefere candidatura de Henrique Jr. a deputado federal

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) indeferiu, por unanimidade, nesta sexta-feira (11), o registro de candidatura de Henrique Jr. (PL) a deputado federal.

A Corte acolheu uma impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) após identificar irregularidades na documentação entregue pelo candidato.

Segundo o acórdão, Henrique Jr. apresentou inicialmente uma certidão criminal contendo o CPF de outra pessoa. Ao tentar corrigir o problema, protocolou um documento de natureza cível, em vez da certidão criminal exigida pela legislação eleitoral.

A Justiça Eleitoral concedeu uma nova oportunidade para a regularização, mas o candidato apresentou uma certidão de finalidade geral que também não atendia aos requisitos necessários.

Diante da ausência do documento obrigatório, os membros do TRE-MA decidiram rejeitar o pedido de registro. A decisão ainda pode ser contestada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os recursos do Fundo Partidário eventualmente recebidos pela campanha deverão ser devolvidos, conforme estabelecem as normas eleitorais.

Veritá tem nova pesquisa totalmente suspensa no Maranhão

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) manteve suspensa a divulgação da pesquisa do Instituto Veritá registrada sob o número MA-06401/2026. A decisão foi proferida nesta sexta-feira (11) pelo juiz Rubem Lima de Paula Filho.

A medida foi tomada após o instituto deixar transcorrer o prazo de 12 horas sem apresentar os esclarecimentos e documentos determinados pela Justiça Eleitoral. A representação contra o levantamento foi ajuizada pela União Progressista.

Esta não é a primeira polêmica enfrentada pelo instituto no Maranhão. No início do mês de agosto um levantamento chegou a ser alvo de denúncia até na Polícia Federal (reveja).

No caso desta sexta, o TRE-MA havia solicitado informações sobre o tratamento dado à variável renda familiar, incluindo o fluxo programado no sistema automatizado de entrevistas, os códigos utilizados, as regras de classificação dos entrevistados e a documentação técnica relativa à ponderação do nível econômico.

Segundo a decisão, também não foi esclarecida a divergência entre o plano amostral registrado, no qual o nível econômico aparecia como critério para a seleção dos entrevistados, e a afirmação posterior do estatístico responsável de que essa variável teria sido empregada apenas na ponderação dos resultados.

O magistrado destacou que o instituto teve duas oportunidades para prestar os esclarecimentos. Na primeira, apresentou resposta considerada apenas parcialmente satisfatória. Na segunda, não se manifestou nem pediu prorrogação do prazo.

Rubem Lima ressaltou, porém, que a omissão não permite concluir que a pesquisa seja fraudulenta ou que tenha ocorrido manipulação deliberada dos resultados. Segundo ele, essas hipóteses dependeriam de provas específicas.

A multa de R$ 50 mil permanece prevista para cada eventual ato de divulgação realizado em descumprimento à ordem judicial. O valor não será aplicado apenas pela falta de entrega da documentação.

Mesmo que o instituto apresente os dados fora do prazo, a suspensão não será revogada automaticamente. Os documentos ainda precisarão ser analisados pela Justiça. O Ministério Público Eleitoral foi intimado a emitir parecer no prazo de um dia, antes do julgamento do mérito da representação.

G Léda

Servidora do MPF-MA que teve acesso usado por Vorcaro foi vítima de golpe virtual

 

O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta sexta-feira (11) que uma servidora lotada na Procuradoria da República no Maranhão foi vítima de phishing, ataque virtual utilizado para roubar dados pessoais e credenciais de acesso.

O posicionamento foi divulgado após a revelação de que investigados no caso Banco Master teriam utilizado dados de servidores do órgão para acessar processos sigilosos envolvendo desafetos do banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o MPF, a Polícia Federal comunicou, ainda em 2025, a suspeita de uso indevido das credenciais. Uma apuração interna concluiu que o login utilizado a uma servidora que teria sido vítima do golpe virtual.

O órgão afirmou que adotou todas as providências necessárias para bloquear os acessos indevidos e impedir novas invasões.

Informações sobre a utilização das credenciais constam em relatórios produzidos pela PF e encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação analisou conversas entre Vorcaro, dono do Banco Master, e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”.

Segundo o material, os diálogos indicariam o uso recorrente de dados de servidores do MPF para consultar processos mantidos sob sigilo. Os documentos fazem parte das investigações do caso Master que tiveram o sigilo retirado nesta semana.

Dr. Hilton chega com força total à Região Tocantina e conquista importantes apoios

 

O candidato ao Senado Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza) chegou com força total à Região Tocantina. Desde a última quinta-feira (10), ele cumpre uma intensa agenda em Imperatriz e em municípios do Sul do Maranhão, marcada por grandes mobilizações, contato direto com a população e importantes adesões políticas.

A presença do Pastor Porto, ex-vice-governador e reconhecida liderança religiosa e política de Imperatriz, como primeiro suplente da chapa reforça a ligação de Dr. Hilton com a região e o compromisso de construir um mandato atento às necessidades da população e dos municípios do Sul do estado.

“Imperatriz e toda a Região Tocantina terão em mim e no Pastor Porto dois grandes defensores. No Senado, vamos trabalhar para levar mais oportunidades, investimentos e desenvolvimento para esta região tão importante para o crescimento do Maranhão”, afirmou Dr. Hilton.

Nesta sexta-feira (11), a caminhada ganhou o apoio do ex-prefeito de Imperatriz e candidato a deputado estadual Sebastião Madeira. Médico e experiente gestor público, Madeira ressaltou a trajetória de Dr. Hilton, eleito quatro vezes prefeito de Santa Rita, e destacou que ninguém conquista tantas vezes a confiança da população sem ter o trabalho reconhecido.

Médicos e ex-prefeitos, Sebastião Madeira e Dr. Hilton compartilham uma atenção especial pela saúde pública e pelo desenvolvimento dos municípios. Para Madeira, as ações realizadas pelo candidato ao longo de seus quatro mandatos demonstram que ele está preparado para fazer ainda mais pelo Maranhão no Senado Federal, com um olhar especial para Imperatriz e toda a Região Tocantina.

Na quinta-feira (10), a chegada de Dr. Hilton a Imperatriz foi marcada por uma grande carreata ao lado do candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB). Uma multidão tomou as ruas e avenidas da cidade para acompanhar a mobilização, em uma demonstração de força política e de apoio às duas candidaturas.

Durante o percurso, Dr. Hilton foi recebido com manifestações de carinho e conversou com moradores, apoiadores e lideranças políticas e comunitárias. A recepção mostrou a força de sua candidatura em Imperatriz e marcou sua entrada na campanha pelo Sul do Maranhão.

Antes de chegar à cidade, Dr. Hilton esteve em Itinga do Maranhão, onde recebeu o apoio do grupo político liderado por Kleber e Bila, além da adesão da ex-prefeita Vete Botelho. O candidato também conquistou o apoio de Rômulo Arruda, prefeito de São Pedro dos Crentes, e de Antônio Coelho, prefeito de Sítio Novo, ampliando sua presença nos municípios da região.

Dr. Hilton recebeu ainda o apoio de João Igor Carvalho, ex-prefeito de São Bernardo e candidato a deputado estadual, e de Erlânio Xavier, ex-prefeito de Igarapé Grande, ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) e candidato a deputado federal. As novas adesões fortalecem a articulação política e municipalista construída pelo candidato em diferentes regiões do estado.

Com experiência administrativa, trabalho reconhecido e propostas voltadas à saúde, à geração de emprego e renda, à infraestrutura e ao fortalecimento dos municípios, Dr. Hilton amplia sua base de apoio e consolida sua candidatura em todas as regiões do Maranhão.

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