quinta-feira, 15 de março de 2012

O contraste de dois clubes

Mais do que um simples jogo, a partida entre Juan Aurich e Santos colocará frente a frente equipes com estruturas, ambientes e recursos econômicos totalmente distintos. Prova clara do abismo que existe entre brasileiros e peruanos é que os vencimentos totais de Neymar, com o que recebe do Peixe e de seus nove patrocinadores - algo próximo de R$ 2 milhões -, pagaria seis elencos inteiros do "Ciclón", com departamento de futebol custeado por R$ 325 mil por mês (US$ 180 mil, segundo pessoas do próprio clube e que convivem no dia a dia do time).
Enquanto o craque do Alvinegro tem rendimentos bem ao padrão do futebol europeu, destaques do Juan Aurich como Luis Tejada, Diego Penny e Luis Guadalupe, entre outros, recebem entre US$ 20 mil e US$ 25 mil (R$ 36 mil e R$ 45 mil), e esses são os maiores salários da equipe. O dinheiro provém do Grupo Oviedo, conjunto de empresas do ramo de açúcar de Chiclayo, cujo gerente é Edwin Oviedo, também presidente do time peruano.
Essa diferença gritante é o reflexo das economias dos dois países, que influenciam diretamente nos orçamentos dos times. Além da folha salarial, as estruturas dos rivais também são completamente diferentes.

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