Torço para que até o fim do ano as ideias sobre o futuro do Flamengo sejam mais importantes que nomes doidinhos para ocupar a cadeira de presidente – o que é diferente de dirigir o clube. E vale lembrar que, no Mengão democrático, não existe segundo turno. Mil candidaturas com ideias semelhantes não significam mil votos juntos para uma causa. Existem poucos, mas fundamentais, itens que serão abordados nesta campanha. Ou melhor, uma disputa entre dois paradigmas, o Flamengo que utilizará seus recursos de maneira adequada, inteligente, justa e produtiva, e o Flamengo das bravatas e do “sempre foi assim”. O primeiro tem de prevalecer. Sejamos espertos – inclusive com oportunismos.

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