Semana passada, falamos sobre o protesto dos antigos funcionários da Limp Fort – empresa que era responsável pela limpeza urbana de Imperatriz. Na quarta-feira (26), eles se reuniram na Justiça do Trabalho para obter explicações sobre o atraso no pagamento da parcela de novembro referente à negociação dos direitos trabalhistas.
Na ocasião, o juiz da 1ª Vara do Trabalho, Higinio Galvão, explicou que o motivo era a não emissão do documento comprovando o repasse pelo Município. No entanto, conforme o secretário Municipal de Comunicação, Élson Araújo, a prefeitura cumpriu todas as datas do acordo trabalhista e os comprovantes de pagamento estavam “nos autos do processo”.
O impasse já foi resolvido. De acordo com o representante dos servidores, Francisco das Chagas, praticamente todos já receberam a quarta parcela referente ao acordo. “Quase 70% dos trabalhadores já receberam”, afirmou. A emissão dos alvarás judiciais, que permite o saque do dinheiro junto à agência bancária, começou a ser emitido na terça-feira (3).
Segundo a Justiça do Trabalho, “na primeira remessa foram liberados os valores de FGTS depositadospela Limp Fort nas contas vinculadas dos trabalhadores;na segunda, foi pago o percentual de 21% do valor líquidodas verbas rescisórias de cada um deles; e, na terceira remessa,foi efetuado o levantamento da importância equivalentea 63% do crédito rescisório”.
Entenda o caso - Em 11 de maio, a diretoria da Limp Fort anunciou que os 200 funcionários estavam de aviso prévio e que a empresa não funcionaria mais. O pagamento dos direitos trabalhistas era para 11 de junho, mas muitos funcionários não foram pagos.
Então o Sindicato dos Empregadores de Empresas de Asseio e Conservação do Maranhão recorreu à Justiça, e ficou acordado que o dinheiro da locação dos veículos da Limp Fort feito a prefeitura seria destinado ao pagamento da dívida com os trabalhadores.
Port Correio Popular
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