O Intercept mexe nos arquivos supostamente roubados à Lava Jato.
Isso ficou provado hoje.
O dono do site, Glenn Greenwald, anunciou no Twitter novos ataques a Sergio Moro.
No print publicado em sua página – e que ele apagou correndo -, uma frase é atribuída ao procurador Ângelo Goulart Villela, preso em 2017.
Algum tempo depois, o site “corrigiu” o nome do procurador para Ângelo Augusto Costa.
Na versão final, ficou apenas Ângelo.
Se o Intercept pode mexer num nome, ele pode violar também qualquer outra parte dos arquivos, acrescentando ou eliminando frases.
É a prova de que essas provas são lixo.
Veja aqui o print de Glenn Greenwald:


E veja a versão final:
‘The Aloprado Dossier’
Glenn Greenwald primeiro atribuiu a nova troca de mensagens ao procurador Ângelo Villela, depois disse que seria Ângelo Augusto Costa. A interlocutora, segundo Glenn, era Monique Cheker, a quem o americano atribui lotação na Procuradoria em Osasco – local onde Cheker nunca trabalhou.
Mas quem tem lotação original em Osasco? Justamente o procurador Ângelo Villela, retirado da matéria por “erro de edição”. Villela, como é de conhecimento público, foi preso pela Operação Greenfield, do MPF em Brasília, vendendo informações privilegiadas à JBS.


Não se trata, portanto, de erro de edição. Mas de manipulação (e atrapalhada) com claro objetivo político.
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