
O pré-candidato ao Senado Duarte Júnior (Avante) tem se tornado alvo de uma intensa ofensiva política desde que seu nome passou a aparecer entre os mais competitivos nas pesquisas eleitorais. Diante do avanço de sua pré-candidatura, adversários voltaram a explorar temas já debatidos em eleições anteriores.
No entorno do parlamentar, a percepção é que de que a movimentação tem sido impulsionada por grupos que se sentiram atingidos pela atuação dele na CPMI do INSS.
No entanto, a estratégia parece não estar produzindo o resultado esperado. Em vez de enfraquecer sua imagem, os ataques têm provocado uma reação de defesa por parte da população, sobretudo nas redes sociais.
A experiência eleitoral mostra que insistir em narrativas desgastadas pode gerar o efeito inverso. É a famosa “massa de bolo”: quanto mais se bate, mI cresce.
Foi exatamente o que ocorreu em 2020, quando Duarte enfrentou uma série de ataques semelhantes. Naquele momento, a tentativa de desgastá-lo acabou ampliando sua visibilidade e impulsionando sua candidatura, levando-o ao segundo turno das eleições em São Luís.
O que muitos adversários ainda parecem não compreender é que o eleitor sabe distinguir disputa política de fatos concretos. Quando argumentos dão lugar a ataques repetitivos, cresce a percepção de que faltam propostas e ideias capazes de enfrentar o debate de forma qualificada.
Em uma eleição cada vez mais marcada pela busca por representatividade e resultados, a população tende a valorizar quem apresenta trabalho, posicionamento e compromisso. E, ao que tudo indica, cada nova tentativa de atingir Duarte Júnior acaba reforçando sua relevância no cenário político maranhense e consolidando seu nome como uma das principais forças na corrida pelo Senado Federal.
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