segunda-feira, 13 de maio de 2019

Prefeito Assis Ramos, precisa ir para o divã urgente e tratar da sua eterna crise existencial

Em um governo retilíneo e medíocre desde o início, o prefeito Assis Ramos, vive literalmente uma crise existencial profunda -com praticamente dois anos e cinco meses da sua administração, não encontrou uma saída para o seu catastrófico governo. 

Reprodução/prefeito Assis Ramos
Sempre foi assim, desde o primeiro dia da sua administração, ele ficou oscilando entre: "ser ou não ser, eis a questão" - pensando em continuar sendo delegado, mesmo sendo o prefeito da segunda maior cidade do Maranhão. 

Assis Ramos, vive esta crise existencial, pois sempre mostrou para a cidade, que não abandonaria a sua arma - sempre esteve preparado para o combate contra o crime e não para combater as mazelas sociais e estruturais da Terra do Frei. 

Acredito que: próximo dos três anos do seu mandato, o prefeito Assis Ramos, não conseguirá fazer a "mutação" exigidas pelo o cargo de prefeito da cidade de Imperatriz. Este imbróglio contra o Justino Filho, foi somente uma fato da busca da identidade principal do prefeito delegado, ou delegado prefeito na essência da palavra. 

Como Assis Ramos, não teve a competência para escolher de fato e de direito, o que ele quer ser quando crescer, ele ás vezes, explode por não saber conviver com suas duas personagens prediletas, que é: "prefeito e delegado". 

Eu recomendo, que a sociedade imperatrizense tenha mais paciência com o prefeito Assis Ramos, pois o drama que o mesmo vive é cruel, é uma guerra com ele mesmo, onde ele sabe que precisa deixar a arma e o distintivo no armário, e não consegue, por um cargo suplantar o outro.

O prefeito precisaria apenas de uma caneta e modos de político, para governar a cidade de Imperatriz, antes que acabe os seus quatros anos de governo. Prefeito, que fica culpado outros prefeitos, no governador e joga a culpa até na falta do Sol, ele não está bem.

A crise existencial que o prefeito Assis Ramos está vivendo é cruel,  e está o consumindo, pois, ele não consegue encontrar a sua verdadeira vocação (prefeito ou delegado). 

Recomendo para o prefeito Assis Ramos o divã, mas, não será fácil, justamente, pelo o fato que ele ama ser delegado, porém, o poder do cargo de prefeito lhe seduz, e o homem não consegue ao mesmo momento agradar a dois sentimentos, a dois amores, a dois senhores. 

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