O município de Imperatriz está tentando fazer algo que não deu certo na maioria das cidades do Brasil, que é estatizar uma empresa para ficar com o ônus da sua administração, assim como também a obrigação de se fazer os investimentos futuros para garantir água e esgoto para todos.
Caso o Governo do Estado aceite a perda da CAEMA para o município de Imperatriz, os imperatrizenses pagarão uma conta muito alta, não somente no bolso, mas, a dor de cabeça por falta de água potável e a falta de esgoto em nossa cidade será um caos.
Se vai privatizar a empresa, que esta privatização seja feita sem parceria pública, mas, que ela seja realmente de uma empresa, ou empresas privadas, assim como aconteceu com a CEMAR, pois assim tira o peso do município de Imperatriz.
O correto, seria deixar mesmo a responsabilidade da CAEMA com o Governo do Estado, tirando a obrigação financeira do nosso município, pois vemos a dor de cabeça que dar para o governo em ter expandir o abastecimento de água, ou simplesmente em fazer manutenção deste abastecimento.
A cidade de Imperatriz já sofre por falta de investimentos em saúde, educação e infraestrutura, ainda mais com o peso administrativo do abastecimento de água e esgoto de uma cidade do seu porte por parte do poder público municipal, irá complicar mais ainda na parte administrativa.
Tirar o comando do sistema de abastecimento de água e esgoto do Governo do Estado, que tem um poder maior de investimento, será uma drástica aventura sem direito a arrependimento - quem pagará a conta será a nossa população.

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