O ato de crueldade do adolescente que confessou, que matou a menina Raíssa Eloá de 9 anos em São Paulo, disse em confissão, que para matar usou um galho de árvore. A menina tinha problemas de autismo.
Afirmou como se tivesse matado um animal, simples assim. Por termos leis tão benevolentes, isto, passa até mesmo para as nossas crianças e adolescente, que matar é algo rotineiro.
Está passando da hora de condenarmos até mesmo aquelas crianças e adolescente assassinas - a saída é mudar nossas leis e punir rigorosamente quem tira a vida, não importa se é criança, adolescente, adulto, ou alguém da terceira idade.
Será se os nossos políticos não vão acordar nunca, para esta aberração que é nosso Código Penal? Quando se é mal, já é, mesmo com 10,11, ou 12 anos, por isto, o Brasil terá que mudar a sua legislação que trata deste tema.
“Ele começou a agredir a Raíssa antes de chegar à árvore. Primeiro bateu nela e depois usou um galho de árvore. Não apreendemos esse galho”, disse o delegado. Raíssa e o adolescente eram próximos e estavam juntos no CEU Anhanguera, de onde a menina sumiu antes de ser morta.
Maturano, que tem 34 anos de polícia, disse ter ficado abalado com o caso. “Se eu pudesse falar apenas uma palavra: é uma tragédia. Uma tragédia para uma menina de 9 anos que tinha autismo, que frequentava o CEU porque havia festas gratuitas, era de família humilde. E é uma tragédia para a família do menino de 12 anos.”

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