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| Reprodução/Flávio Dino |
Sobre o ofício que recebeu da Associação Médica Brasileira (AMB) e Sindicato dos Médicos do Estado do Maranhão, para o Governo do Estado usar um novo protocolo no tratamento do Covid-19, Flávio Dino (PCdoB) disse:
“A única coisa que não farei, nesse difícil momento, é ultrapassar meus conhecimentos técnicos e receitar remédios. Recebi estranhos documentos pedindo que eu diga aos médicos que a cloroquina é eficaz contra o coronavírus, o que agride um princípio que cultivo com rigor: o da legalidade. Lamento que ainda existam pessoas que embarquem em delírios ideológicos e cheguem a esse ponto, aumentando o caos sanitário como estamos vendo em nível nacional. Como repito há várias semanas, a cloroquina está disponível na rede pública estadual, mas não é o governador quem decide a prescrição, e sim os médicos, e não serei eu a violar a lei e determinar a prescrição em massa deste ou de qualquer outro medicamento, como se eu fosse médico. Quanto ao tratamento nas redes municipais, também não detenho competência legal para interferir nisso, pois somos uma Federação e os municípios têm seus próprios governos, seus orçamentos e equipes de saúde”

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