quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Sem nenhum conhecimento de causa o jornalista Bruno Florentino foi agressivo gratuitamente contra o prefeito Léo Cunha sobre a "taxa de lixo"


Reprodução/jornalista Bruno Florentino com o ex prefeito Cicin

Em um vídeo que circulou nas redes sociais, o ex candidato a prefeito de Estreito, Bruno Florentino (PSC), tentou jogar a população contra o prefeito da cidade de Estreito, Léo Cunha (PL). 

Todo o veneno destilado pelo o jornalista, se deve ao fato do prefeito ter se reunido com  representantes da Usina Hidrelétrica de Estreito, para debater a taxa de recolhimento e descarte do lixo. 

O nobre jornalista deu um verdadeiro piti, e não se entende o porque disto, pois as prefeituras de todo o país, e a Prefeitura de Estreito não é diferente das 5.570 de todo o nosso Brasil, terá até Julho 2021, que implementar, taxas ou tarifas do serviço de lixo. 

Tudo isto Sr. ex candidato a prefeito e jornalista Bruno Florentino, foi estabelecido, não pelo o Sr. Prefeito Léo Cunha e nem pela a Prefeitura de Estreito, esta normatização Sr. Bruno Florentino, foi normatizado pelo o novo "Marco Legal do Saneamento Básico Sr. Bruno Florentino. 

Toda esta normatização e foi estabelecida, Sr. Bruno Florentino, simplesmente pelo o Governo Federal em Julho de 2020, não foi criada pela a Câmara Municipal de Estreito e também não foi feito pela a Hidrelétrica de Estreito. 

O Jornalista, que se diz um homem esclarecido, jamais poderia apontar o dedo para o prefeito Léo Cunha e querer jogar a população contra o mesmo, pois ele sabe que está cometendo uma tremenda de uma injustiça, na tentativa de ficar criticando e atacando gratuitamente um prefeito digno, que só está cumprindo uma determinação do Governo federal. 

Sr jornalista, Bruno Florentino: de acordo com o último levantamento do Diagnóstico do Manejo de Resíduos Urbanos, realizado a respeito do tema, somente 47% dos municípios brasileiros já fazem a cobrança. Além disso, segundo o documento, o valor arrecadado pelas prefeituras cobre apenas 54,3% dos custos do manejo de resíduos sólidos.

A nova taxa tem por finalidade garantir a eficiência econômica na prestação do serviço de coleta e manejo dos resíduos sólidos urbanos. A responsabilidade em fixar os critérios de cobrança da tarifa esta a cargo da Agência Nacional da Águas (ANA). 

Sendo assim, a taxa, ou tarifa do lixo é legal em qualquer cidade brasileira, pois ela, ou elas está aprovadas e normatizada pelo o Governo Federal, e ela, tem datas para que possa ser iniciada a sua respectiva cobrança, em Estreito já se está sendo debatido sobre este assunto. 

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