segunda-feira, 31 de maio de 2021

Covid-19 já matou quase 200 comunicadores no país; em São Luís já são quase 10





A Covid-19 já ceifou a vida de grandes profissionais da imprensa maranhense entre jornalistas e radialistas. Somente este ano quatro comunicadores perderam a batalha contra a doença: Carlos Henrique, o Galinho da Rádio Educadora, o vereador e jornalista Batista Matos, o radialista Juarez Sousa e a colunista do Jornal Pequeno Rosenira Alves.


O primeiro óbito pela doença de um profissional da imprensa foi o do jornalista e radialista Roberto Fernandes, da Mirante AM, em abril do ano passado. No mesmo mês faleceu jornalista esportivo Alfredo Meneses e em dezembro de 2020, Régis Marques, ex-diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Infelizmente são vidas perdidas no meio dessa terrível pandemia que parece distante de terminar. E os dados são alarmantes, pois o Brasil é o país que registrou o maior número de jornalistas mortos por covid-19 no mundo, com um total de 169 óbitos registrados de abril de 2020 a março de 2021. O dado faz parte do dossiê “Jornalistas vitimados por covid-19” elaborado pela Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e divulgado no dia 6 de abril deste ano.

“Assim com os profissionais da saúde, a categoria dos jornalistas também está se sacrificando para garantir informação de qualidade para a população brasileira. Os números são alarmantes, mas vamos continuar cumprindo nosso papel, porque informação verdadeira também ajuda a salvar vidas”, afirma Maria José Braga, presidente da Fenaj.

Em todo o Estado do Maranhão ainda não foi contabilizado o número de perdas desses profissionais para a doença. Mas somente nesta sexta-feira (28), é que a categoria passou a ser prioridade no plano de imunização estadual, conforme anunciado pelo governador Flávio Dino.

Ontem também o Ministério da Saúde publicou uma nota técnica comunicando que Estados e Municípios terão permissão para vacinar a população geral de 18 a 59 anos, por ordem decrescente de idade. A aplicação de imunizantes para grupos prioritários, entretanto, deve ser mantida.

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