domingo, 1 de fevereiro de 2026

A receita de um petista debochado para enfrentar Flávio Bolsonaro

 

De um petista debochado explicando como devem se comportar seus aliados diante da candidatura de Flávio Bolsonaro, que eles imaginam ser fácil de derrotar em outubro:

“Tem que atacar, mas não pode inviabilizar. É assim a receita: bater nem tão forte que ele saia da disputa e nem tão fraco que ele dê trabalho”.

‘Perder ganhando’

Há no PL um cálculo sobre o valor da candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro em 2026, mesmo que ele não ganhe a duríssima disputa contra Lula em outubro. Para o partido do bolsonarismo, esse valor está em um posicionamento privilegiado para 2030.

Ainda que Flávio seja derrotado por Lula — sobretudo se a margem for pequena, de até cinco pontos — a sigla de Valdemar Costa Neto entende que terá conseguido um grande negócio: manter um Bolsonaro como principal nome da oposição, ainda muito jovem e com vistas a uma nova candidatura daqui a quatro anos, quando Flávio terá 49 anos.

Seria um “perder ganhando”, considerando que, em 2030, o principal adversário do bolsonarismo não será Lula e sim algum nome que ele apoie e desponte como sucessor no PT e na esquerda.

A leitura feita pelo PL, naturalmente, é uma barreira às pretensões de nomes como Tarcísio de Freitas, que tentará a reeleição em São Paulo neste ano para se lançar ao Planalto em 2030. O PSD de Gilberto Kassab também pensa nos próximos quatro anos ao reunir nomes jovens como Ratinho Júnior e Eduardo Leite e o experiente Ronaldo Caiado.

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