
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou-se suspeito para relatar o mandado de segurança que solicita a instalação imediata da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados.
Ao alegar razões de foro íntimo para o afastamento, o magistrado determinou que o processo seja redistribuído por sorteio entre os demais integrantes da Corte.
A ação judicial, movida pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), tenta forçar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a oficializar a comissão parlamentar voltada à investigação de supostas irregularidades na instituição financeira e em suas conexões com órgãos públicos.
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