
Aliados do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendem que ele deixe a Corte para disputar a Presidência da República em 2030. A informação é do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Segundo o jornalista, a movimentação ganhou força com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que não poderá concorrer a um terceiro mandato consecutivo. Pessoas próximas a Dino avaliam que o ministro reúne experiência administrativa, trajetória eleitoral e projeção nacional para se apresentar como sucessor do petista.
Na avaliação desse grupo, o PT não dispõe atualmente de uma liderança com o mesmo peso político de Dino para protagonizar a sucessão presidencial. Os aliados consideram que ele poderia deixar o Supremo nas proximidades de 2030 e retomar a carreira política para viabilizar uma candidatura ao Palácio do Planalto.
A possibilidade, porém, enfrenta resistência em setores do PT, que defendem a escolha de um nome dos próprios quadros para representar o campo governista.
Entre as alternativas citadas estão o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT). Ambos são apontados por integrantes da legenda como possíveis candidatos à Presidência em 2030.
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