O senador eleito Deltan Dallagnol criticou, em publicação nas redes sociais, o pedido de apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno presidencial. Sob a frase “Começou a vingança!”, ele classificou a medida como perseguição política.
Segundo Deltan, a Polícia Federal apresentou o pedido sete minutos depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar a derrota de Flávio. Citando informações atribuídas ao jornal O Globo, ele afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu a solicitação ainda na noite de domingo, sem ouvir previamente a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Na publicação, Deltan também contestou o uso de uma declaração de Eduardo Bolsonaro entre os argumentos para a medida. Segundo o senador eleito, Eduardo havia dito que o irmão deveria deixar o Brasil em caso de derrota, mas Flávio não teria manifestado essa intenção.
Deltan associou o episódio a uma suposta perseguição por parte de Lula e questionou se a decisão teria ocorrido com a mesma rapidez caso Flávio tivesse vencido. As acusações e a cronologia apresentadas na postagem não foram verificadas de forma independente.
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