
A Justiça pode pedir a prisão preventiva do motorista suspeito de ter atropelado um casal na saída de uma boate, no último sábado (26) no centro de Imperatriz. O motorista que atropelou o casal estaria com a carteira suspensa e ainda teria cometido o atropelamento de forma intencional. Existem fortes indícios que este atropelamento tenha sido motivado por ciúmes. Ontem (28) amigos e familiares dos estudantes atropelados fizeram uma manifestação.
A foto do suspeito de atropelar o casal ganhou cartazes e virou adesivo nos carros, acompanhada de pedidos de justiça e uma a manifestação em frente ao fórum. De muletas, Daivison Almeida se recupera da luxação na perna esquerda. A amiga, Rebeca Eduardo Cordão, que também foi atingida, quebrou a bacia e teve um trauma na cabeça. Ela foi internada em estado grave, passou por uma cirurgia, mas o quadro de saúde ainda é complicado.
As vítimas não têm dúvidas de que a ação do condutor do veículo foi intencional. Em 2008, ele teria se envolvido em um outro acidente de trânsito na cidade. Mas, nesse caso a vítima não sobreviveu.
O suspeito de atroplemento foi julgado em 2011 e condenado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele conseguiu o direito de responder pelo crime em liberdade, mas perdeu o de dirigir por dois anos. Prazo que ainda não venceu.
Ele se apresentou na delegacia na madrugada de domingo, acompanhado de um advogado. Ele confirmou que estava na boate, mas nega estar no veículo que teria provocado o acidente. O delegado regional Assis Ramos já ouviu, pelo menos, seis testemunhas e diz que pode pedir a prisão preventiva do suspeito a qualquer momento.
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